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As Lamas do Mississípi

por Magda L Pais, em 22.10.17

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As Lamas do Mississípi de Hillary Jordan

ISBN: 9789897730771

Editado em 2017 pela Saída de Emergência

Sinopse

Entre a subtileza e a brutalidade, o preconceito pode assumir muitas formas.

Estamos em 1946 e a citadina Laura McAllan tenta criar os filhos na quinta do seu marido no Mississípi - para ela, um lugar parado no tempo e assustador. Entretanto, no meio das lutas familiares, dois jovens regressam da guerra. Jamie McAllan, cunhado de Laura, é tudo o que o seu marido não é - charmoso, bonito e assombrado pelas memórias dos combates. Ronsel Jackson, filho mais velho dos caseiros negros que vivem na quinta dos McAllan, regressou a casa como herói de guerra. No entanto, independentemente da sua bravura, ele terá de enfrentar batalhas ainda maiores perante o racismo e a intolerância dos seus compatriotas.

É a improvável amizade destes irmãos de armas que guia os acontecimentos, à medida que somos imersos nas lealdades familiares e testemunhamos as paixões e ódios que irrompem no seio de uma comunidade onde a tragédia não se fará esperar…

A minha opinião

Creio que não será exactamente vulgar que um romance de estreia de um escritor seja tão bem sucedido quanto este. As Lamas do Mississípi é um romance forte, pesado, que nos leva às terras do Mississípi pela década de 50 do século XX, logo após a segunda grande guerra e em pleno clima de intolerância para com os negros, considerados seres de segunda ou terceira categoria, aptos apenas para a apanha do algodão:

... Mesmo que eu tivesse dinheiro para comprar uma (máquina de apanhar algodão), não a queria.  Deem-me um apanhador de cor em qualquer altura. Não há nada nem ninguém que consiga fazer um melhor trabalho de apanha. O preto do sul tem a apanha do algodão no sangue. Basta ver as crianças de cor nos campos para vermos isso. Mesmo antes de nos chegarem aos joelhos, os dedos delas sabem o que fazer. É claro que a apanha é como qualquer outra tarefa que lhes dêmos, temos de estar sempre de olho neles, para nos certificarmos que não estão a enganar-nos...

É neste clima que conhecemos Henry, Jamie, Laura, Harper, Rossie e Florence, as personagens que nos contam a sua versão da mesma história que começa (ou talvez acabe) com o funeral do pai de Henry e Jamie, um velho embirrento, racista e antipático.

Hillary Jordan transporta-nos, como por magia, para um mundo que achamos distante, para vivenciar situações que nos irritam e outras que nos deixam com esperança. Vivemos, por algumas páginas, num mundo que, além de racista, rebaixava as mulheres, considerando-as posse dos seus maridos, incapazes... quase ao nível dos negros. Agora imaginem o que seria ser mulher e negra?

As Lamas do Mississípi é um livro sobre relações. Entre brancos e negros, entre homens e mulheres. Entre pessoas da mesma família. É a história dum casamento, da dinâmica familiar e das relações entre fazendeiros e rendeiros. De injustiças, racismo e do papel das mulheres numa sociedade em que os homens brancos achavam-se superiores a quem não o fosse. Ao dar-nos a conhecer o que cada um dos seis narradores pensa sobre os acontecimentos, tornamos-nos parte do livro, envolvemos-nos com as personagens que amamos e odiamos.

As Lamas do Mississípi é um livro que custa a acabar, que sentimos que vai fazer parte de nós. E é, acima de tudo, um livro a ler, principalmente por quem procura um livro inteligente, humano e maravilhoso. E é também a esperança que a autora continue a escrever desta forma brilhante, que eu cá estarei para a ler.

Classificação:

(este livro foi-me oferecido pela Saída de Emergência em troca duma opinião honesta e sincera)

 

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Origem

por Magda L Pais, em 20.10.17

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Origem de Dan Brown

ISBN: 9789722534208

Editado em 2017 pela Bertrand Editora

Sinopse

Bilbau, Espanha.

Robert Langdon, professor de simbologia e iconologia religiosa da universidade de Harvard, chega ao ultramoderno Museu Guggenheim de Bilbau para assistir a um grandioso anúncio: a revelação da descoberta que «mudará para sempre o rosto da ciência.» O anfitrião dessa noite é Edmond Kirsch, bilionário e futurista de quarenta e dois anos cujas espantosas invenções de alta tecnologia e audazes previsões fizeram dele uma figura de renome a nível global.

Kirsch, um dos primeiros alunos de Langdon em Harvard, duas décadas atrás, está prestes a revelar um incrível avanço científico… que irá responder a duas das perguntas mais fundamentais da existência humana. No início da noite, Langdon e várias centenas de outros convidados ficam fascinados com a apresentação tão original de Kirsch, e Langdon percebe que o anúncio do amigo será muito mais controverso do que ele imaginava. Mas aquela noite tão meticulosamente orquestrada não tardará a transformar-se num caos e a preciosa descoberta do futurista pode muito bem estar em vias de se perder para sempre.

Em pleno turbilhão de emoções e em perigo iminente, Langdon tenta desesperadamente fugir de Bilbau. Tem ao seu lado Ambra Vidal, a elegante diretora do Guggenheim que trabalhou com Kirsch na organização daquele provocador evento. Juntos, fogem para Barcelona, com a perigosa missão de localizarem a palavra-passe que os ajudará a desvendar o segredo de Kirsch.

Percorrendo os escuros corredores de história oculta e religião extremista, Langdon e Vidal têm de fugir de um inimigo atormentado que parece tudo saber e que parece até de alguma forma relacionado com o Palácio Real de Espanha… e que fará qualquer coisa para silenciar para sempre Edmond Kirsch.

Numa viagem marcada pela arte moderna e por símbolos enigmáticos, Langdon e Vidal vão descobrindo as pistas que acabarão por conduzi-los à chocante descoberta de Kirsch… e a uma verdade que até então nos tem escapado e que nos deixará sem fôlego.

A minha opinião

No passado domingo tive a grata oportunidade de ir ver e ouvir Dan Brown no CCB em Lisboa e foi precisamente no domingo que comecei a leitura deste livro. Apesar de o ter comprado ainda em pré-venda, quis deixar para o começar depois de ouvir o autor, calculando (e não me enganei) que, após o ouvir, ainda me iria saber melhor ler o livro.

Soube melhor mas, na realidade, também soube a pouco.

De onde vimos, para onde vamos. As duas questões que tanto dividem as religiões e que levaram a guerras entre quem conta a história de maneira diferente. Mais uma vez Dan Brown volta a questionar dogmas e verdades feitas, insistindo, desta vez, na criação do ser humano - evolução ou descendentes de Adão e Eva? E, se na origem da nossa espécie, há dúvidas e perguntas, que dizer do que nos reserva o futuro e das opiniões divergentes que a religião e a ciência apresenta?

Dan Brown não sai, neste livro, da sua zona de conforto. A formula do Código da Vinci funcionou e continua a funcionar (desconfio que Dan agora já pode pagar um jantar à mulher - quem esteve no CCB perceberá). O problema é que a zona de conforto de Dan Brown implica um confronto com as crenças mais básicas do catolicismo, obrigando-nos - a todos - a reflectir sobre essas mesmas crenças e sobre os mitos, mais ou menos credíveis, que as religiões, todas elas, nos tentar incutir.

Se, com o Código da Vinci, um padre conseguiu reunir quase 800 pessoas para discutir a obra (foi o próprio autor que nos contou isto no CCB), creio que Origem irá voltar a ter esse mesmo efeito. Porque, apesar do nosso futuro enquanto espécie parecer negro, Origem levanta-nos o animo e mostra que esse mesmo futuro - mais tecnológico, mais cientifico - pode também ser mais brilhante. Implicará isso o fim das religiões, das crenças, de acharmos que há uma entidade maior que nós próprios? isso, só o futuro o dirá, aquele que estamos hoje a desenhar e do qual Dan Brown nos mostra qui algumas luzes.

(leia aqui as primeiras páginas)

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A Outra Metade de Mim (Mischling)

por Magda L Pais, em 16.10.17

a outra metade.jpg 

A Outra Metade de Mim (Mischling) de Affinity Konar

ISBN: 9789722532730

Editado em 2016 pela Bertrand Editora

 

Sinopse

Pearl tem a seu cargo o triste, o bom, o passado. Stasha fica com o divertido, o future, o mau. Corre o ano de 1944 quando as gémeas chegam a Auschwitz com a mãe e o avô. No seu novo mundo, Pearl e Stasha Zamorski refugiam-se nas suas naturezas idênticas, encontrando conforto na linguagem privada e nas brincadeiras partilhadas da infância. As meninas fazem parte da população de gémeos para experiências conhecida como o Zoo de Mengele e, como tal, conhecem privilégios e horrores desconhecidos dos outros. Começam a mudar, a ver-se extirpadas das personalidades que em tempos partilharam, as suas identidades são alteradas pelo peso da culpa e da dor. Nesse inverno, num concerto orquestrado por Mengele, Pearl desaparece.

Stasha sofre a perda da irmã, mas agarra-se à possibilidade de que ela continue viva. Quando o campo é libertado pelo Exército Vermelho, ela e o companheiro Feliks - um rapaz que jurou vingança depois da morte do seu gémeo - atravessam a Polónia, um país agora destruído. Não os detêm a fome, os ferimentos e o caos que os rodeia, motivados como estão em igual medida pelo perigo e pela esperança. Encontram no seu caminho aldeões hostis, membros da resistência judaica e outros refugiados como eles, e continuam a sua viagem incentivados pela ideia de que Mengele pode ser apanhado e trazido à justiça. À medida que os jovens sobreviventes descobrem o que aconteceu ao mundo, tentam imaginar um futuro nele. Uma história extraordinária, contada numa voz que tem tanto de belo como de original, Mischling é um livro que desafia todas as expectativas, atravessando um dos momentos mais negros da história da humanidade para nos mostrar o caminho para a beleza, a ética e a esperança.

A minha opinião

Livros sobre a segunda guerra mundial exercem, sobre mim, sentimentos ambíguos. Se, por um lado, me levam a reflectir sobre a maldade, sobre a capacidade do homem se ultrapassar a si próprio pela negativa, no mal que faz aos seus semelhantes, por outro fico sempre maravilhada com a capacidade de se ultrapassar o pior que se pode imaginar. A Outra Metade de Mim é. acima de tudo, um livro sobre isso mesmo, a capacidade do ser humano de ultrapassar o pior, de encontrar a beleza e a esperança onde menos se pode esperar.

Mengele é, sem dúvida, o expoente máximo do horror que se passou na segunda guerra mundial. O seu Zoo de crianças, onde fazia experiências com gémeos (chegando ao extremo de cozer - a sangue frio - um gémeo ao outro) ou grávidas (chamando cesariana a acto de esventrar da mulher e à tortura do feto, enfiando-o, por exemplo, num balde de água a ferver enquanto a mãe assistia). Pelo meio as crianças eram torturadas física e psicologicamente, sujeitando-se, muitas vezes de forma voluntária, a tudo o que Mengele e os seus capangas quisessem, porque lhes era prometido que a família estaria a salvo (o que, obviamente, nunca acontecia).

Este é, sem dúvida e até agora, o meu livro preferido da segunda edição do livro secreto. Pelo tema mas também pela escrita. A Outra Metade de Mim é escrita a duas vozes, por Pearl e por Stasha, duas gémeas cativas e que acabam por ser separadas por Mengele. Apesar do tema ser pesado, acabamos por encontrar a ternura e o amor que une as duas irmãs e que, ao mesmo tempo, as une aos seus companheiros de infortúnio, principalmente a Peter e ao Paciente Azul.

Não é um livro que recomende de animo leve. Quem sofre com estes temas, quem sofre com as descrições feitas das atrocidades cometidas, deve ler este livro com contenção. Não pelo que é descrito - a autora teve alguns cuidados com as descrições - mas com o que fica subentendido. E, às vezes, isso é o pior...

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A Rainha Vermelha

por Magda L Pais, em 12.10.17

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A Rainha Vermelha de Philippa Gregory

A Guerra dos Primos - Volume II

ISBN: 9789722630139

Editado em 2011 pela Livraria Civilização Editora

Sinopse

Herdeira da rosa vermelha de Lancaster, Margarida vê as suas ambições frustradas quando descobre que a mãe a quer enviar para um casamento sem amor no País de Gales. Casada com um homem que tem o dobro da sua idade, depressa enviúva, sendo mãe aos catorze anos. Margarida está determinada em fazer com que o seu filho suba ao trono da Inglaterra, sem olhar aos problemas que isso lhe possa trazer, a si, à Inglaterra e ao jovem rapaz. Ignorando herdeiros rivais e o poder desmedido da dinastia de York, dá ao filho o nome Henrique, como o rei, envia-o para o exílio, e propõe o seu casamento com a filha da sua inimiga, Isabel de York.

Acompanhando as alterações das correntes políticas, Margarida traça o seu próprio caminho com outro casamento sem amor, com alianças traiçoeiras e planos secretos. Viúva pela segunda vez, Margarida casa com o impiedoso e desleal Lorde Stanley. Acreditando que ele a vai apoiar, torna-se o cérebro de uma das maiores revoltas da época, sabendo sempre que o filho, já crescido, recrutou um exército e espera agora pela oportunidade de conquistar o prémio maior.

A minha opinião

Depois d'A Rainha Branca e d'A Senhora dos Rios me terem encantado, tenho de dizer que, afinal, A Rainha Vermelha é, para mim, o melhor dos três e deixou-me totalmente rendida à escrita de Philippa Gregory e a esta saga sobre a Guerra dos Primos

Uma das coisas que mais me maravilhou neste livro foi a capacidade de Philippa Gregory de me levar a discutir (ainda que mentalmente, não fosse alguém achar que eu sou maluca por estar a falar para um livro) com Margarida, a protagonista desta história. Margarida irritou-me, fez-me ter vontade de lhe bater, de a fazer ver como estava errada. Mas, ao mesmo tempo, torci por ela, para que conseguisse o que queria, para que pudesse provar, aos homens de 1453, que as mulheres dessa época - apesar de relegadas para quarto ou quinto plano - eram tão ou mais capazes que os homens. Foi curioso ver-me com este mix de sentimentos em relação à narradora, que acompanhamos desde que tem 9 anos (e se acha a Joana d'Arc de Inglaterra), até ao dia, 25 anos depois, em que o seu filho, ganha a batalha com os York e é coroado, em pleno palco de guerra, o Rei de Inglaterra.

Qualquer um dos três livros que li desta autora mostram o outro lado da história. As mulheres por detrás dos palcos principais, as que - sorrateiramente - mudaram o curso da história, que estavam por detrás de grandes homens (que, muitas vezes, eram simples fantoches dos caprichos das suas esposas, mães ou irmãs).

Agora sim, posso dizer com toda a certeza, vou ler toda esta saga. E a seguir vou pegar na história sobre Ana Bolena que me inspira também bastante confiança e que já sei que a M.J. me irá emprestar.

(leia aqui as primeiras páginas)

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A Senhora dos Rios

por Magda L Pais, em 09.10.17

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A Senhora dos Rios de Philippa Gregory

A Guerra dos Primos – Volume III

ISBN: 9789722630115

Editado em 2012 pela Livraria Civilização Editora

Sinopse

Jacquetta é casada com o Duque de Bedford, regente inglês da França, que lhe dá a conhecer um mundo misterioso de conhecimento e de alquimia. O único amigo de Jacquetta é o escudeiro do duque, Ricardo Woodville, que está a seu lado quando a morte do duque faz dela uma viúva jovem e rica. Os dois tornam-se amantes e casam em segredo, regressando à Inglaterra para servir na corte do jovem monarca Henrique VI, onde Jacquetta vem a ser uma amiga próxima e leal da sua nova rainha.

Depressa os Woodville conquistam uma posição no núcleo da corte de Lencastre, apesar de Jacquetta pressentir a crescente ameaça vinda do povo da Inglaterra e o perigo de rivais pretendentes ao trono. Mas nem a coragem e a lealdade dos Woodville bastam para manter no trono a Casa de Lencastre. Jacquetta luta pelo seu rei, pela sua rainha e pela sua filha Isabel, para quem prevê um futuro extraordinário e surpreendente: uma mudança de destino, o trono da Inglaterra e a rosa branca de Iorque.

A minha opinião

A minha viagem pelo período da Guerra dos Primos (ou a guerra entre os Plantagenet e os Tudor) iniciou-se com A Rainha Branca, anunciado como primeiro livro desta série. Só que, depois de ler A Senhora dos Rios, concluo que estão trocados uma vez que A Senhora dos Rios é a história de Jacquetta, a mãe de Isabel (A Rainha Branca), acabando - este livro - mais ou menos no dia em que começa a segunda história. Não é grave, apesar de tirar um pouco do suspense da história dado que sabemos pelo menos como termina a história de Jacquetta e de Ricardo.

Apesar de que, pelo que vejo, este livro estar anunciado na Wook como sendo o terceiro da série. No Goodreads consta como primeiro. Uma confusão portanto. Que não aquece nem arrefece, só baralha.

Romances históricos são, definitivamente, uma das minhas praias (haverá, certamente, quem dirá que, basicamente, livros são a minha praia mas adiante). Gosto realmente de ler livros que me entretém enquanto aprendo, que me mostram como a história se desenrolou até a chegar aos nossos dias. Como era a vida naquela época, o que se esperava das mulheres e dos homens e, acima de tudo, como havia quem conseguisse contornar as regras.

Cheguei a comparar Isabel Stilwell a Philippa Gregory mas, confesso, depois da leitura do segundo livro de PG, confesso que não há qualquer semelhança. Nos livros de Isabel Stilwell as rainhas tem todas a mesma personalidade. Chegamos a um ponto e achamos que só muda a história, a personagem principal é a mesma. Com Philippa Gregory tal não acontece. Dois livros lidos, duas mulheres fortes - com algumas semelhanças próprias de serem mãe e filha - mas tão diferentes quanto é possível ser.

E a história... bem, a história é rica em pormenores, em explicações sem ser demasiado aborrecida. Podemos baralhar-nos um pouco nos nomes (credo, uma profusão de Henriques e Ricardos que só visto, que falta de imaginação que os ingleses tinham na época) mas mesmo isso é mitigado porque os apelidos os identificam bem.

Philippa Gregory mostra também que fez um profundo trabalho de pesquisa, o que torna os seus livros ainda mais apetecíveis.

Sem delongas, já me lancei na leitura da Rainha Vermelha, segundo ou terceiro volume da série (vá-se lá perceber isto) e estou com vontade de ler todos os livros. Apesar de serem 16... 

(leia aqui as primeiras páginas)

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