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Os Loucos da Rua Mazur

por Magda L Pais, em 07.12.17

 

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Os Loucos da Rua Mazur de João Pinto Coelho

ISBN: 9789896604578

Editado em 2017 pela Leya

Sinopse

Quando as cinzas assentaram, ficaram apenas um judeu, um cristão e um livro por escrever.

Paris, 2001. Yankel - um livreiro cego que pede às amantes que lhe leiam na cama - recebe a visita de Eryk, seu amigo de infância. Não se vêem desde um terrível incidente, durante a ocupação alemã, na pequena cidade onde cresceram - e em cuja floresta correram desenfreados para ver quem primeiro chegava ao coração de Shionka. Eryk - hoje um escritor famoso - está doente e não quer morrer sem escrever o livro que o há de redimir. Para isso, porém, precisa da memória do amigo judeu, que sempre viu muito para além da sua cegueira.

Ao longo de meses, a luz ficará acesa na Livraria Thibault. Enquanto Yankel e Eryk mergulham no passado sob o olhar meticuloso de Vivienne - a editora que não diz tudo o que sabe -, virá ao de cima a história de uma cidade que esteve sempre no fio da navalha; uma cidade de cristãos e judeus, de sãos e de loucos, ocupada por soviéticos e alemães, onde um dia a barbárie correu à solta pelas ruas e nada voltou a ser como era.

Na senda do extraordinário Perguntem a Sarah Gross, aplaudido pelo público e pela crítica, o novo romance de João Pinto Coelho regressa à Polónia da Segunda Guerra Mundial para nos dar a conhecer uma galeria de personagens inesquecíveis, mostrando-nos também como a escrita de um romance pode tornar-se um ajuste de contas com o passado.

A minha opinião

Gosto, honestamente, do facto de estar a acompanhar o nascimento de um escritor que, tenho a certeza, ficará para a história (bem, e do facto de ter os dois primeiros livros dele autografados, também mas isso são outras histórias). É o caso de João Pinto Coelho (só lamento que demore dois anos entre cada livro mas pronto, também não quero literatura de pronto a vestir, prefiro literatura de alfaiate).

Perguntem a Sarah Gross é, sem dúvida, o número 1. Primeiro livro do autor, primeiro livro que li dele e, para mim, o melhor dos dois. Não que Os Loucos da Rua Mazur não seja bom, que é (ou, suponho, nem teria ganho o Prémio Leya 2017) mas porque me identifiquei mais com o primeiro. Coisas de leitores, nada a fazer. E nem sequer tem a ver com a violência retratada neste segundo livro (há livros muito violentos sobre a segunda guerra mundial, alguns dos quais me deixaram com nós no estômago e que até já reli).

Os Loucos da Rua Mazur leva-nos à Polónia e à França, numa viagem no tempo e no espaço. Perde, quanto a mim, um pouco, na quantidade de personagens que nos são apresentadas a cada trecho. Às tantas dei por mim a voltar atrás para perceber quem era quem, coisa que me desagrada sempre um pouco (principalmente quando estou a adorar a leitura, como era o caso, porque tenho sempre a sensação que perco tempo precioso).

Este é um livro violento, que retrata uma noite louca, em que cristãos chacinaram judeus, os seus vizinhos, pessoas com quem tinham relações de amizade de anos. E nem sequer podem culpar os nazis que não estavam na cidade, o que vem provar que qualquer ser humano, seja qual for a nacionalidade, o credo ou a raça pode cometer actos de pura barbárie.

Estranhamente (ou talvez não) a imagem que me ficou foi a sensibilidade e a ternura em contraponto à violência que rodeava Tauba e Perla e os seus filhos bebés. Mais do que tudo o resto, é esta a parte do livro que me irá acompanhar.

Nota-se, sem dúvida, um crescimento na escrita de João Pinto Coelho neste Os Loucos da Rua Mazur que nos apresenta uma escrita mais madura, com menos diálogos e mais descrições, mais emotiva e ainda mais interessante. Claro que ainda há margem para melhorar (todos temos essa margem, pena que nem todos a aproveitem) e eu cá estarei para acompanhar esse crescimento, lendo todos os livros que editar (mesmo que tenha prometido a mim mesma comprar menos livros...)

 

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Retrato de Família

por Magda L Pais, em 02.12.17

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Retrato de Família de Jojo Moyes

ISBN: 978-972-0-04195-1

Editado em 2017 pela Porto Editora

Sinopse

1953, Isabel II é coroada. A comunidade inglesa em Hong Kong reúne-se para celebrar o acontecimento. Para Joy, trata-se apenas de mais uma reunião enfadonha, idêntica a tantas outras. Mas a sua vida transformar-se-á nessa mesma noite ao conhecer o jovem oficial da Marinha Edward Ballantyne. A impulsiva proposta de casamento após um breve encontro parece ser a resposta a todos os desejos de Joy.

Mais de quarenta anos volvidos, Joy e Edward vivem na Irlanda e a sua relação com Kate, a filha, e Sabine, a neta de dezasseis anos, é distante e fria. Em Londres, Kate tenta resolver mais uma das suas inúmeras crises amorosas e, numa tentativa de proteger Sabine, decide que ela vá passar umas férias com os avós.

Para surpresa geral, Sabine parece adaptar-se bem à vida no campo e ao difícil temperamento da avó. Até que o súbito agravamento do estado de saúde de Edward obriga Kate a um inesperado regresso à casa de família, reabrindo as velhas feridas que a separam de Joy. Que segredos afastam mãe e filha? Poderá Sabine unir duas gerações tão diferentes, ou cairá também ela no silêncio que as separa?

A minha opinião

Depois de Viver depois de ti e Viver sem ti, fiquei com curiosidade de ler mais Jojo Moyes. E a Olivia emprestou-me este Retrato de Família (vai dai, eu que sou distraída, esqueci-me do livro dentro dum envelope e nunca mais me lembrei, até ao dia em que, cá em casa, procurava um livro que tinha deixado no trabalho. Enfim, Magda a ser Magda, não vale mesmo a pena).

Adiante.

Retrato de Família conta-nos a história de amor dos avós de Sabine e que se baseia na história de amor dos avós de Jojo.

As histórias de amor dos avós dão sempre lindas histórias, ainda que não se saiba escrever tão bem como esta autora.

Foi o primeiro livro que a autora escreveu e isso é claro em vários momentos do livro. Ainda assim, é um livro bastante interessante, com personagens fortes, bem construidas e que nos deixam a pensar em cada uma das situações. Annie, apesar de ser uma personagem quase secundária acabou por ser a que mais me tocou, pela complexidade dos seus sentimentos, pela complexidade da sua história. Annie - para mim - merecia todo um livro.

Todas as famílias tem uma história, relações mais ou menos conflituosas entre os seus elementos, amores e desamores, desavenças e encontros. São família, não a escolhemos mas acabamos por - mesmo nos piores momentos - a amar. Ainda que não saibamos explicar porquê. Retrato de Família fala-nos disso mesmo. Duma família desavinda, de uma filha que se desentende com a mãe mas que acaba por perceber que as mães fazem aquilo que acham melhor para proteger os filhos (ainda que algumas, enfim, nem mereçam esse nome).

No geral é, sem dúvida, um livro a ler e que me deixa cheia de vontade de pegar em mais Jojo Moyes. Se não me falha a memória, há por aqui em casa mais um livro dela por ler. A ver se, em breve, lhe dou a atenção que ele merece.

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O Diário Oculto de Nora Rute

por Magda L Pais, em 26.11.17

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O Diário Oculto de Nora Rute de Mário Zambujal

ISBN: 9789897241079

Editado em 2013 pelo Clube do Autor

Sinopse

Nora Rute é uma personagem de romance e, ao escrever o seu diário, vai escrevendo, no desconhecimento do que virá a seguir, o seu próprio romance. Ao mesmo tempo, acrescenta-lhe o registo de acontecimentos e usos que marcaram um ano (1969) desde a chegada do Homem à Lua à moda da minissaia, das manifestações estudantis a guerras em África, aos bares e cafés de Lisboa.

Narrativa de marcada originalidade, O Diário Oculto de Nora Rute coloca os leitores no caminho irrequieto de uma jovem que desafia as regras, as de uma sociedade machista de um pai austero. Predominam as personagens que são membros da família, não só uma misteriosa tia Nanda, a prima Mé mas um quase desconhecido que parece ter conquistado, em definitivo, o amor de Nora Rute. E um primo ribatejano que lhe revelará o reverso das luzes e sombras da cidade.

Ao colocar-se na sua mente de uma forma travessa, Mário Zambujal, sem abandonar o seu estilo próprio de escrita, incorpora-o no espírito e na conduta de uma jovem que descreve no seu diário a agitação dos seus dias.

A minha opinião

Mais um livro lido no âmbito do livro secreto. Não é o melhor livro do mundo mas é, sem dúvida, um livro que cumpre o objectivo a que se propõe, proporcionar-nos momentos de prazer enquanto lemos, não nos obrigando a pensar demasiado em coisa alguma ou sequer a deixar-nos com questões existências. Lemos, lavamos a mente de outras coisas e pronto, livro pronto para guardar ou, neste caso especifico, pronto para seguir para a próxima morada.

Neste livro - leve, levezinho - acompanhamos o diário de Nora Rute, durante o fantástico ano de 1969 - a ida do homem à lua, o sismo de Junho, as eleições. Falha, quanto a mim, por não haver referencia a um acontecimento extraordinário que aconteceu a 26 de Novembro desse ano: Nasci eu! Calculo que tenha sido apenas esquecimento, mas adiante.

Além de considerar bastante interessante que Mário Zambujal - um "velhote" - tenha conseguido escrever um livro na pele duma jovem de 20 anos, sinto que também tenho de referenciar a capa, que é simplesmente fantástica.

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Admirável Mundo Novo

por Magda L Pais, em 26.11.17

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Admirável Mundo Novo de Aldous Huxley

Editado em 1932

Releitura em 2015

Sinopse

Publicado em 1932, Admirável Mundo Novo tornar-se-ia um dos mais extraordinários sucessos literários europeus das décadas seguintes. O livro descreve uma sociedade futura em que as pessoas seriam condicionadas em termos genéticos e psicológicos, a fim de se conformarem com as regras sociais dominantes. Tal sociedade dividir-se-ia em castas e desconheceria os conceitos de família e de moral. Contudo, esse mundo quase irrespirável não deixa de gerar os seus anticorpos. Bernard Marx, o protagonista, sente-se descontente com ele, em parte por ser fisicamente diferente dos restantes membros da sua casta. Então, numa espécie de reserva histórica em que algumas pessoas continuam a viver de acordo com valores e regras do passado, Bernard encontra um jovem que irá apresentar à sociedade asséptica do seu tempo, como um exemplo de outra forma de ser e de viver. Sem imaginar sequer os problemas e os conflitos que essa sua decisão provocará. Admirável Mundo Novo é um aviso, um apelo à consciência dos homens. É uma denúncia do perigo que ameaça a humanidade, se a tempo não fechar os ouvidos ao canto da sereia de uma falsa noção de progresso.

A minha opinião

Li este livro há uns anos atrás, não sei ao certo quantos, e andava com vontade de o reler. Aproveitei as minhas férias para o fazer e ainda bem.

Foi com este Admirável Mundo Novo que as distopias começaram a aparecer. Estávamos em 1932 e Aldous Huxley imaginou uma sociedade que é feliz. Mas a que custo?

Comecemos pelo princípio. O nascimento. Neste Mundo, não existe tal coisa. Só nas Reservas dos Selvagens é que ainda há nascimentos. Os bebés da sociedade “evoluída” são decantados no Centro de Incubação e de Condicionamento. Enquanto estão nas provetas, os responsáveis decidem a que casta vão pertencer e que trabalho vão executar. Por norma essa decisão terá em linha de conta quem morreu e, por isso, precisa de ser substituído. Tomada a decisão, com mais ou menos álcool, mais ou menos pseudosangue ou com ou sem a divisão do óvulo que foi fertilizado in vitro, a criança acaba por ser decantada e entregue numa enfermaria onde é tratada por enfermeiras especializadas – em dar de comer, de beber e de mudar as fraldas/roupas. Não há qualquer ligação afectiva entre adultos e crianças. Aliás, esta sociedade abomina relações afectivas entre os seus membros. Não há casamentos – os membros são incentivados a ter o máximo de amantes que quiserem e são criticados caso não tenham vários em simultâneo – não há nascimentos e não há parentes. Deus é substituído por Ford (uma clara alusão a Henry Ford) e a cultura é considerada nojenta – ler, por exemplo, é proibido porque só são aceites actividades que sejam feitas em conjunto.

Voltando às crianças, através de hipnopedia – indução durante o sono – elas aprendem, desde cedo, a que a casta a que pertencem é a melhor, a mais importante e a que as deixa mais felizes. Aprendem, da mesma forma, qual a profissão que vão ter (e como se sentem felizes com isso) e que todas as outras castas – sejam elas mais baixas ou altas – são necessárias e por isso estão felizes por elas existirem.

A felicidade condicionada desde a decantação até à morte!

(confesso que a única coisa de vantagem que esta sociedade tem é a forma natural como encara a morte. As crianças começam, muito cedo, a ter contacto com a morte, a perceber como ela é natural e a não teme-la por ser inevitável).

Mas nem tudo corre sobre rodas. Às vezes é decantada uma pessoa que contesta a sociedade e que não a entende da mesma forma. É o caso de Bernard, um jovem que tem uma estrutura física quase que oposta à dos restantes membros da sua casta e que, por isso, desde sempre se sente diferente.

Quando Bernard visita uma das reservas dos Selvagens e conhece John, filho de uma jovem da sua sociedade que se perdeu numa visita anterior à reserva, resolve levá-lo para a sociedade da felicidade – ou, mais exactamente, para a sociedade que foi habituado a achar que era feliz. Mas John, o Selvagem, foi criado com outros princípios, com outra forma de ser e estar e essas diferenças acabam por se revelar bastante perigosas para todos.

Depois de Jogos da Fome, da Saga Divergente e outras distopias, soube bem voltar a ler aquele que foi o “pai”. Soube bem mas, em contrapartida, deixa-nos com um nó no estômago. Estaremos, de alguma forma, a caminhar para uma sociedade destas? E, se sim, será que ainda o podemos evitar?

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Isabel de Aragão – Entre o Céu e o Inferno

por Magda L Pais, em 24.11.17

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Isabel de Aragão – Entre o Céu e o Inferno de Isabel Stilwell

A rainha que Portugal imortalizou como Rainha Santa

ISBN: 9789898818867

Editado em 2017 pela Manuscrito Editora

Sinopse

Entre o céu e o inferno. Assim foi a vida de Isabel de Aragão.

Nasceu envolta no saco sagrado, a 11 de fevereiro de 1270, em Saragoça. Intocável. Protegida. Com poucos dias de vida o avô, Jaime I, levou-a consigo para Barcelona, no meio de uma tempestade. Cresceu a ouvir histórias de grandes conquistas, de reinos divididos por lutas sangrentas entre pais e filhos e entre irmãos. A história de Caim e Abel. Uma história que se repetiu ao longo da sua vida…

Aos 12 anos casou com D. Dinis, rei de Portugal, e junto dele governou durante 44 anos. Praticou o bem, visitou gafarias, tocou em leprosos e lavou-lhes os pés, gastou a sua fortuna pessoal a ajudar os que mais precisavam e mandou construir o mosteiro de Santa Clara, em Coimbra. Da sua lenda fazem parte milagres, curas e feitos. Mas a melhor rosa de Aragão, que herdou o nome da Santa Isabel da Hungria, era boa para ser rei, como dizia muitas vezes o marido.

Junto dos seus embaixadores e espiões, com a ajuda da sua sempre fiel Vataça, jogou de forma astuta no tabuleiro do poder. Planeou e intrigou. Mas a história teimava em repetir-se. Caim e Abel. Pai contra filho, o seu único filho varão contra os meios-irmãos bastardos.

Morreu aos 66 anos, depois de uma penosa viagem de dezenas de léguas de Coimbra a Estremoz, montada numa mula, para evitar mais um conflito entre Portugal e Castela. Sempre acreditou que a película em que nascera a protegeria de tudo, mas nos últimos tempos de vida sentia-se frágil e vulnerável. E duvidava. Onde falhara como mulher e mãe?

A minha opinião

O que tem, em comum, D TeresaD. Maria II e D Isabel, além do facto óbvio de terem sido três rainhas de Portugal? Bem, quase tudo, de acordo com os livros de Isabel Stilwell. Confesso que esperava que este terceiro livro me tirasse esta ideia da cabeça mas não. Apesar de ter gostado de o ler, a verdade é que, em muitos (demasiados) momentos, achei que estava a repetir a leitura.

Esta é, para mim, a grande falha de Isabel Stilwell. Todas as rainhas que imortaliza nos seus livros tem as mesmas características intrínsecas. São copy + past umas das outras. É verdade que se aprende imenso com estes livros, para quem gosta de romances históricos (como eu) são excelentes, aprendemos enquanto nos distraímos, quase sem dar por isso. Mas gostava, confesso, de não estar esta sensação estranha de que estas três rainhas foram iguais (apesar de, claramente, D Isabel ser bastante mais religiosa que D Maria II ou mesmo D Teresa).

Acresce ainda - de forma menos positiva - que houve momentos, neste livro, em que me pareceu que estavam a ser debitados factos soltos. Confesso que me senti, em determinado momento, numa aula de história, com um professor enjoado a falar para alunos desinteressados e não é isso que eu procuro num romance histórico. Nesse aspecto, D Teresa e D. Maria II foram bem mais interessantes.

De qualquer modo nem tudo foi mau, principalmente porque realmente conheci melhor quem foi a Rainha Santa, como nasceu a lenda das Rosas e quem foi D Dinis, o Rei que deve andar às voltas no túmulo por ver o seu Pinhal destruído nos incêndios deste ano. Aprender - por pouco que seja - da nossa história é aprendermos também quem somos e isso não tem valor.

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