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Lei & Corrupção

por Magda L Pais, em 05.11.17

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Lei & Corrupção de Mike Papantonio

ISBN: 9789897243868

Editado em 2017 pelo Clube do Autor

Sinopse

Escrita por um dos mais reputados advogados dos Estados Unidos, é uma história reveladora sobre os meandros do sistema judicial e as manobras, lícitas e menos lícitas, que podem definir o desfecho de um julgamento.

O impetuoso advogado Nicholas Deketomis construiu uma carreira de sucesso a proteger os direitos dos inocentes, enfrentando grandes empresas. Deke tem agora em mãos um caso polémico e milionário, defendendo uma jovem de 19 anos que sofreu um acidente vascular cerebral após tomar uma pílula contracetiva da Bekmeyer, uma grande farmacêutica. Numa audiência prévia, o advogado pretende que seja aceite como prova um exame de toxicologia. Pouco depois de o juiz anunciar que não aceita a conclusão do relatório, a jovem desfalece e morre, vítima de um grande coágulo de sangue.

Ao procurar justiça para Annica, Deke vê-se de repente do outro lado da lei e descobre que tem mais inimigos do que imaginava, dispostos a tudo para proteger os seus segredos e interesses. Decididos a afastar o advogado incómodo, um pregador fundamentalista, o procurador distrital e os donos de uma das maiores petrolíferas juntam-se numa conspiração infame. Falsamente acusado de homicídio, Deke enfrenta o julgamento da sua vida. Mas este homem que não tem medo de dizer o que pensa não vai desistir sem dar luta.

A minha opinião

Já iniciei várias vezes esta minha opinião mas não sei bem por onde começar. Podia começar por dizer que sou apaixonada por livros que retratem casos de advogados, livros em que aprendemos enquanto estamos entretidos. Ou que adoro livros que me prendem, que nos fazem torcer pelos bons e desejar que os maus sejam apanhados. Ou que sou fã incondicional de John Grisham. Só que depois teria a resposta habitual: tu és apaixonada por livros e pronto, escusas de dizer mais. E é verdade, totalmente verdade.

A questão é que, realmente, gosto de livros que se passam nos tribunais (pena não haver livros destes passados em Portugal, com a nossa realidade judicial), que nos fazem ter fé que a justiça realmente funciona (vá, pronto, a maior parte das vezes funciona) e que nos fazem acreditar que, às vezes, as formigas podem incomodar os elefantes (nem que seja só na ficção).

Lei & Corrupção fala-nos precisamente nisso. Na capacidade de se vencer batalhas judiciais sem que se tenha de ser um elefante. É um livro escrito por alguém que percebe bem o sistema judicial americano, e que o retrata de forma muito próxima - ou não fosse o autor um advogado conhecidíssima nas terras do tio Sam.

Sem entrar demasiado em linguagem técnica - um erro comum quando os autores são especialistas em alguma matéria - Mike Papantonio leva-nos (quase ao colo) por uma série de acontecimentos interligados na vida de Deke, um advogado sem medos, enquanto prepara três julgamentos, sendo um deles o dele próprio, por ter assassinado uma pessoa.

Tive alguma dificuldade em largar este livro (mesmo enquanto estava a fazer a manicura), quer pela estrutura das histórias, da forma brilhante como os três casos se intercalaram mas também pelas personagens - as boas e as vilãs - que estavam muito bem construidas e consistentes com o que seria expectável de cada uma delas.

Agora, terminado o livro, restam-me duas perguntas: para quando um livro deste género passado em Portugal e, mais importante ainda, para quando mais livros deste autor para eu ler?

Leia aqui as primeiras páginas

Classificação:

(este livro foi-me oferecido pelo Clube do Autor em troca duma opinião honesta e sincera)

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A Filha do Pântano

por Magda L Pais, em 03.11.17

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A Filha do Pântano de Karen Dionne

ISBN: 9788491391340

Editado em 2017 pela Harper Collins

Sinopse

Finalmente, Helena tem a vida que merece. Um marido dedicado, duas filhas lindas, um negócio que preenche os seus dias. Mas, quando um presidiário se evade violentamente de uma prisão vizinha, apercebe-se de que foi ingénua ao pensar que poderia deixar para trás os seus piores momentos. Helena tem um segredo: é o resultado de um rapto. O seu pai sequestrou a sua mãe quando esta era adolescente e manteve-a em cativeiro numa cabana remota nos pântanos da Península Superior do Michigan. Sem electricidade, sem aquecimento, sem água canalizada, Helena, nascida dois anos depois do rapto, adorava a sua infância. E, apesar do comportamento por vezes brutal do pai, amava-o... até descobrir exactamente até que ponto uma pessoa podia ser selvagem.

Vinte anos depois, enterrou o passado tão profundamente que nem sequer o marido sabe a verdade. Mas, agora, o seu pai matou dois guardas prisionais e desapareceu num pântano que conhece melhor do que ninguém. A polícia começa a caça ao homem, mas Helena sabe que os agentes não têm qualquer hipótese de o apanhar. Sabe que há apenas uma pessoa que conta com as estratégias necessárias para encontrar alguém preparado para sobreviver a uma catástrofe e a quem o mundo chama «o rei do pântano»... porque há apenas uma pessoa que ele próprio treinou: a sua filha.

A minha opinião

Tenho alguma dificuldade - eu, que sou uma fala barato - em dizer alguma coisa de jeito sobre este livro que mexeu comigo na qualidade de mãe, filha ou mulher. Este é um livro intenso - pouco mais de 24 horas em cerca de 320 páginas, lidas quase de uma penada. Comecei ontem de manhã, acabei hoje ao almoço. Violei a minha regra sagrada de não ler depois de jantar para evitar ficar agarrada ao livro até o acabar. Este é um dos poucos livros que me fez quebrar essa regra com quase 20 anos de existência.

A intensidade deste livro não se mede apenas pelo presente - quando o pai de Helena foge da cadeia e Helena tem de o caçar para não ser, ela própria, a caça. Mede-se também pelas pesadas recordações duma infância diferente, e de um despertar de consciência, quando Helena se apercebe que a sua situação familiar é atípica e fruto dum pai violento e duma mãe forçada.

A Filha do Pântano é também um livro sobre sobrevivência, sobre violência - física e psicológica - sem ser demasiado gráfica, que nos mostra o pior que um ser humano é capaz de fazer a outro, ainda que em nome do amor.

É Helena que narra este livro, a história dela e do pai - porque a história da mãe é dela própria - o que nos ajuda a entrar na mente da personagem, acompanhando as suas dúvidas, o seu crescimento, as dificuldades que teve na integração da sociedade após sair do pântano, enquanto vamos, também, tentando caçar Jacob, o perigoso prisioneiro que é também o pai que Helena amou na infância, que ainda ama, e que, ao mesmo tempo, odeia por tudo o que descobriu que o seu pai fez.

A Filha do Pântano é um livro negro - mas em bom. Em muito bom. Um livro que não se larga sem chegar ao fim, que nos deixa a pensar muito para lá da leitura. Em bom. Em muito bom. 

 

Classificação:

(este livro foi-me oferecido pela Harper Collins em troca duma opinião honesta e sincera)

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Cartas de Profecia

por Magda L Pais, em 02.11.17

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Cartas de Profecia de Anne Bishop

Série Os Outros Nº: 5

Editado em 2017 pela Saida de Emergência

ISBN: 9789897730863

Sinopse

Anne Bishop regressa ao mundo de Os Outros, enquanto os humanos lutam para sobreviver na sombra de criaturas poderosas.

Depois de uma insurreição humana ter sido brutalmente abortada pelos Anciãos – uma forma primitiva e letal de Os Outros –, as poucas cidades que os humanos controlam estão dispersas. Os seus habitantes conhecem apenas o medo e a escuridão da terra de ninguém.

À medida que algumas dessas comunidades lutam para se reconstruir, Simon Wolfgard, o líder lobo metamorfo, e Meg Corbyn, a profetisa de sangue, trabalham com os humanos para manter a frágil paz. Mas todos os seus esforços são ameaçados quando uma misteriosa figura humana aparece.

Com os humanos desconfiados em relação a um dos seus, a tensão aumenta, atraindo a atenção dos Anciãos, curiosos sobre o efeito que este predador terá na matilha. Mas Meg já conhece o perigo, pois viu nas cartas de profecia como tudo terminará: com ela ao lado de uma campa.

A minha opinião

No dia do Festival Bang este livro (e a autora) estavam à minha espera. Pronto, não estavam só à minha espera mas isso agora não interessa nada. Depois de mais de uma hora na fila consegui trazer este exemplar autografado

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(este e mais cinco...)

Obviamente, logo que terminei Espada de Vidro a escolha teria de recair sobre este livro. Afinal ler um livro de Anne Bishop é quase como regressar a casa, é como viajar para novos mundos, conhecer novas criaturas, viver aventuras sem igual e, em Namid, é também tentar sobreviver aos Outros e não me transformar em carne especial.

Sim, porque é isso - carne especial - que os humanos são neste novo mundo que Anne Bishop criou com a sua capacidade extraordinária de o fazer. Novos mundos, novas geografias, novos relacionamentos e novas personagens. Umas boas, outras más, uns que tem mais influência e outros - normalmente mulheres - que se superam, que, apesar de serem diferentes (como Meg), conseguem ser a Catalisadora.

Jaenelle (na série As Jóias Negras) e Meg. Duas mulheres fortes, com personalidades vincadas e inspiradoras. A mãe de Monty que consegue assustar Lobos e Vampiros, que os obriga a fazer o que ela quer - mesmo que eles nem se apercebam do quanto ela pode ser assustadora. Anne Bishop, além de ser eximia na criação de novos mundos também o é na criação de personagens marcantes, que nos transmitem força.

Cartas de Profecia marca o fim do nosso relacionamento com Meg e Simon. Mas também com Vlad, Tess (que tem um cabelo que daria jeito a qualquer um), com Sam e Skippy. E tudo está bem quando acaba bem, não é o que se costuma dizer? Só que não. Não porque, ao fim de cinco livros, todos eles já são da casa. Rio-me com eles, alegro-me com as suas vitórias e entristece-me que alguém lhes queira mal. Troço por eles e amaldiçoo os seus inimigos. É esta uma das grandes capacidades desta autora que me deixa sempre maravilhada. Faz-me sentir que recebo, em casa, todas as personagens dos seus livros - as boas e as más. Faz-me sentir que estão sentados ao meu lado, enquanto lemos, em conjunto, as suas aventuras e desventuras (na verdade, Simon podia ter vindo na forma humana em vez da forma de lobo. Está calor a mais para ter pelo à minha volta).

E que dizer das Elementais? dei comigo a conversar com Inverno para lhe pedir que nos traga chuva. Sem excessos, aos poucos, mas que nos traga o que mais nos faz falta neste momento - a chuva.

Resta-me agora esperar pela segunda metade de 2018, altura em que sairá (espero!) o sexto volume desta série, com uma história passada noutra localidade de Namid, com outras personagens mas sempre com carne especial. E a ameaça velada:

ainda se verifica uma tolerância atenta de um lado (Outros) e um profundo receio pelos que vivem na noite no outro (Humanos), mas, se tiverem cuidado, os seres humanos sobrevivem.

Quase sempre sobrevivem.

Classificação:

 

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Espada de Vidro

por Magda L Pais, em 29.10.17

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Espada de Vidro de Victoria Aveyard

Rainha Vermelha #2

ISBN: 9789897730818

Editado em 2017 pela Saída de Emergência

Sinopse

“Se sou uma espada, sou uma espada de vidro, e já me sinto prestes a estilhaçar.”

O novo e eletrificante capítulo da série Rainha Vermelha intensifica a luta de Mare Barrow contra a escuridão que cresceu na sua alma…

O sangue de Mare Barrow é vermelho mas a sua capacidade Prateada, o poder de controlar os relâmpagos, transformou-a numa arma que a corte real tenta controlar. A coroa acusa-a de ser uma farsa, mas quando ela foge do príncipe Maven – o amigo que a traiu –, Mare faz uma descoberta surpreendente: ela não é a única da sua espécie.

Perseguida por Maven, Mare parte para descobrir e recrutar outros combatentes Vermelhos e Prateados que se juntem à batalha contra os seus opressores. Mas Mare encontra-se num caminho mortífero, em risco de se tornar exatamente no tipo de monstro que está a tentar derrotar.

Será que ela vai ceder sob o peso das vidas exigidas pela rebelião?

Ou a traição e a deslealdade tê-la-ão endurecido para sempre?

A minha opinião

Ano e meio depois de ler Rainha Vermelha, o primeiro volume desta série (editado em Setembro de 2015) chegou, finalmente, às bancas portuguesas este Espada de Vidro.

Lamento, honestamente, que tenham passado dois anos entre estes dois brilhantes livros e espero, sinceramente, não ter de esperar mais dois anos pelo terceiro volume e mais quatro pelo quarto volume, ainda para mais considerando o ponto de tensão em que acabou este segundo volume (será que fazer uma manifestação à porta da editora resolverá?)

Sabe, quem me acompanha neste blog, que fantasia é o meu género literário favorito. Assim como sabem que deliro com Anne Bishop (amanhã vos conto como foi o dia de ontem, em que tive oportunidade de a ouvir ao vivo e a cores) e sabem também, claro, que qualquer autor de fantasia que eu leia é, sem grande esforço, comparado a Anne Bishop. É mais forte que eu, não o consigo evitar. Mas, de vez em quando, lá encontro alguém que se aproxima, tal como Brandon Sanderson. Victoria Aveyard não é - ainda - Anne Bishop mas, tal como Brandon Sanderson anda lá perto, o que, confesso, me agrada.

Encontramos, neste livro (assim como no anterior) um mundo dividido entre prateados e vermelhos. Duas castas separadas pelo sangue. Os que tem sangue prateado são dotados de capacidades inatas: obrigar os outros a cumprir instruções dadas mentalmente, criar fogo, manobrar aço, ler mentes, ver o futuro... possibilidades imensas de capacidades usadas, acima de tudo, para obrigar os de sangue vermelho, a vergar à vontade dos prateados. Os vermelhos são os servos, os mineiros, os soldados enviados para a morte. Até que surge Mare, uma sangue vermelho com capacidades prateadas. Uma anomalia genética que - a bem dos prateados - terá de ser eliminada. A todo o custo. Mas além de Mare, há mais sangue vermelho com a mesma anomalia. Resta aos prateados - principalmente ao rei, Maven - eliminar Mare e todos os que se unem a ela.

Este livro começa de forma lenta. Talvez fruto de já terem passado 18 meses desde que li o primeiro, havia algumas coisas que não me recordava mas que, aos poucos, me fui lembrando, tornando a leitura mais fluida e mais interessante (vá, na prática, demorei umas 20 ou 25 páginas a retomar o ritmo). Por fim não o queria largar. Senti-me transportada até à prisão, sentei-me com Mare a conversar com Cameron e quase que ofereci um lenço para as lágrimas que Kilorn quis esconder. Victoria Aveyard tem essa facilidade, de nos transformar em personagens dos seus livros, de nos levar a viver o mesmo que elas. Odiamos Mare e Elara com a mesma intensidade de Cal e quase sentimos o toque de Shade.

São livros assim, que nos fazem viver com as personagens, que nos transportam lá para dentro, para a acção, que eu realmente gosto. E depois, as capas. Estas capas são fabulosas, realmente fabulosas.

Por isso... que esperam para os ler? sei lá, ler já?

Classificação:

(este livro foi-me oferecido pela Saída de Emergência em troca duma opinião honesta e sincera)

 

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Private: Agência Internacional de Investigação de James Patterson

Editado em 2013 pela TopSeller

ISBN: 9789898626097

Lido em 2015

Sinopse
Jack Morgan, antigo fuzileiro naval e agente da CIA, herdou do seu pai a Private, uma reputada agência internacional de investigação e segurança e, com ela uma carga de trabalhos que pode levá-lo ao ponto de ruptura. Os segredos dos homens e mulheres mais poderosos chegam diariamente a Jack e aos seus agentes, que usam técnicas forenses de ponta para resolver os seus casos.
Como se não lhe bastasse ter de apurar a verdade sobre um escândalo de jogo ilegal na liga de futebol americano e tentar resolver um inquérito criminal sobre as mortes selváticas de 18 raparigas, Jack ainda vai ter de desvendar o tenebroso assassínio da mulher do seu melhor amigo — e sua antiga amante.
Com uma narrativa que se desenvolve a um ritmo alucinante, Private: Agência Internacional de Investigação é o mais excitante e vibrante thriller de James Patterson.
 
A minha opinião
Este livro foi o meu primeiro contacto com um autor que - dizem - é excelente. Não posso dizer que tenha ficado especialmente encantada com a leitura, sinceramente pareceu-me demasiado leve para um "excitante e vibrante thriller". Mas é a minha opinião. Pode ser que, com os outros todos que tenho para ler deste autor, ela acabe por mudar.
Jack Morgan salvou-se, por pouco, da morte em combate. O pai, um criminoso que se encontra preso, semanas antes de morrer, doa-lhe a agência de investigação que vale milhares de dólares e onde a tecnologia ao dispor dos investigadores é a mais moderna.
Ao mesmo tempo, chegam à Private três casos que vão por toda a agência em sentido para os resolver. Primeiro a morte de Shelby. Shelby foi sua amante até que conheceu Andy, o melhor amigo de Jack. E é Andy que a descobre, assassinada, na cama, baleada na testa - uma execução bem ao estilo da máfia. Naturalmente o marido é o principal suspeito da polícia mas Jack move o céu e a terra para provar a sua inocência. Mas primeiro tem de descobrir quem era, afinal Shelby e quem a quereria matar.
Ao mesmo tempo Fred, o tio de Jack, começa a desconfiar que algo não está a correr bem no campeonato de futebol americano. Alguns resultados parecem estranhos e só a Private poderá descobrir o que se passa.
Quando morre mais uma adolescente em circunstâncias pouco claras, a polícia local resolve contactar a Private e os seus investigadores para colaborarem. Afinal morreram 18 adolescentes em menos e dois anos sem que apareçam pistas algumas que possam ajudar a solucionar este caso. Acresce ainda que cada uma das adolescentes morreu de forma diferente e, por isso, não há certezas que seja apenas um assassino. E será que são apenas estas as mortes ou haverá mais?
Enquanto a agência resolve estes casos, os agentes - Jack Morgan incluído - tem os seus próprios assuntos pessoais para resolver. Estarão relacionados?
Como já disse, não é um livro excepcional. É um livro que se lê bem, bem construído, com os detalhes necessários para se tornar interessante. Vamos ver como vão ser os restantes deste autor.

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