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Ao meu avô

por Magda L Pais, em 16.06.16

A ternura do seu riso não me sai da memória. Bem como a sua exigência. Nem o seu modo de andar e a sua eterna elegância. (...)

Glória a ti, meu avô amado. Fica sabendo que fazes falta cá em baixo. Gosto de pensar que estás a olhar para mim aí de cima e que acompanhas o meu percurso com uma mescla de diversão e emoção. (...)

Estou-te grato por tudo o que me deste. Descansa em paz.

 

in O Livro dos Baltimore de Joël Dicker

e dedicado também ao meu avô Manuel

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4 comentários

De A Caracol a 17.06.2016 às 00:55

Gosto do none do teu avô. :)  

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