Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


Leitura Alheia: Jogos de Raiva

por Magda L Pais, em 17.09.18

40056318.jpg

Jogos de Raiva de Rodrigo Guedes de Carvalho

ISBN: 9789722065047

Editado em 2018 pela Dom Quixote

Sinopse

Um homem levanta a voz acima da algazarra de conversas. E pede que ponham mais alto o som do televisor do restaurante. É então que todos reparam no que ele vê. Não percebem ou não acreditam. E na rua, no bairro, na cidade, no país, homens, mulheres e crianças vão-se calando. Está por todo o lado, a imagem horrível e hipnotizante. O homem que pediu silêncio leva as mãos à cara e pensa: como chegámos aqui?

A era da comunicação global trouxe inimagináveis maravilhas. Partilhas imediatas de ensinamentos, denúncias e solidariedades. Mas permitiu também que saísse das cavernas uma realidade abjecta. Insultos, ameaças, ironias maldosas. Nunca, como hoje, a semente do ódio foi tão espalhada.

É sobre este pano de fundo que se conta a história de uma família. Três gerações a olhar para um futuro embriagado num estado de guerra. Uma família que esconde, enquanto puder, um segredo.

Jogos de Raiva traça duros retratos sem filtro sobre medos e remorsos, sobre o racismo, a depressão, a sexualidade, o jornalismo, a adopção, a arte e a amizade. E o poder das histórias.

É sobre a urgência da confiança, da identidade e do amor.

É um livro sobre todos nós, à deriva num novo mundo.

A opinião da Pequeno Caso Sério

A (minha) Sinopse: 

Uma família que podia ser a minha. Ou a tua.

Segredos que a vida se encarrega de revelar...mesmo quando pensamos que jamais serão descobertos.

Remorsos. Esses sacanas que nos corroem .

Conflito de gerações.

Homossexualidade.

Deficiência. Ou diferença. Ou será lucidez? 

Racismo.

O "Eu" que mostro ao mundo e o "Eu" que realmente sou.

Amizade enquanto forma mais pura de amor.

Um livro sobre gente que procura (desesperadamente) saber quem é.

A minha opinião

Rodrigo Guedes de Carvalho, jornalista,  entra-nos casa adentro sem pedir licença. E não precisa. É da casa e os da casa não precisam de convite.

Rodrigo Guedes de Carvalho, romancista, entra-nos coração (e cabeça) adentro sem pedir licença. Chega. Instala-se. Fica. Por muito tempo. Mesmo quando o livro já acabou.

Faz-nos pensar. Refletir. Admitir que o que se passa nesta história nós também já fizemos/ dissemos. E por isso esta história se torna tão nossa.

Numa linguagem muito acessível, mas em que a escolha das palavras é feita com uma mestria irrepreensível, Rodrigo Guedes de Carvalho tece uma viciante história em que só lamentamos uma coisa: ter chegado ao fim. 

E depois há a história dentro da história. Um “fantoche" absolutamente delicioso que me fez dar gargalhadas num hospital muitos decibéis acima do recomendável.

Tenho dois hábitos meio parvos em relação aos livros:

1- assino sempre a página com um determinado número.

2- uso um marcador fluorescente para sublinhar as passagens que mais me...tocam.

Digamos que este livro tem uma quantidade significativa de sublinhados. Deixo aqui alguns para abrir o apetite:

 

(...) Não há tabelas para as emoções. Há palavras, talvez, uns quantos adjetivos, mas falta a dimensão exata. Sim, tudo se pode medir, mas não a violência crua de uma discussão entre pessoas que se amam(...) é um mistério a violência de que são capazes as pessoas que se amam (...)

 

(...) as pessoas inteligentes e com sentido de humor caírem tantas vezes em buracos depressivos, onde são mordidos por fúrias e maldades e dúvidas paralisantes, talvez por pensarem muito sobre tudo (...)

 

(...) Não se pode encontrar a paz a evitar a vida (...) e os segredos têm sempre um problema: pesam muito.

 

(...) são ligações difíceis de explicar com exatidão, algumas pessoas são atraídas por outras, dão-se as mãos de olhos fechados mesmo longe uma da outra, gostam-se porque sim, entendem-se sem se escutar uma palavra (...)

 

(...) envolveram-se, julgaram amar-se, depois ficaram amigos muito fortes, que é também uma espécie de amor, pouca gente sabe ou admite isso.(...)

E por aí adiante que 'tarda nada estou a transcrever o livro todo e este livro merece ser lido na íntegra. Curiosos? Ainda bem. Era mesmo essa a intenção.

Classificaçãode zero a cinco ?  seis!  

 

leia aqui as primeiras páginas

May we meet again

Conheces o meu blog generalista?

Que esperam para me acompanhar no facebook e no instagram?

(às 9h30 de segunda feira, leituras alheias traz-vos opiniões sobre livros de outros bloggers ou amigos)

Autoria e outros dados (tags, etc)

O Silêncio da Cidade Branca

por Magda L Pais, em 16.09.18

40861094.jpg

O Silêncio da Cidade Branca de Eva G. Saénz de Urturi

Trilogia A Cidade Branca #1

ISBN: 9789892342603

Editado em 2018 pela Lua de Papel

Sinopse

Vinte anos depois, a cidade de Vitoria volta a ser assolada por uma série de assassinatos macabros. São em tudo iguais aos crimes do passado. Mas há um pequeno senão: o suposto assassino está preso.

Na altura a imprensa chamou-lhes Os Crimes do Dólmen. Porque foi num dólmen que encontraram as primeiras vítimas: dois recém-nascidos unidos num abraço macabro. Seguiram-se várias outras mortes, encenadas com requinte em monumentos históricos. Tinham sido crimes quase perfeitos. Mas o assassino - um arqueólogo brilhante - acabou por ser apanhado, pelo seu não menos brilhante irmão gémeo, então inspector da polícia. Caso encerrado. Ou talvez não. na altura Unai era adolescente. Vivia obcecado com os crimes, mas aterrorizado com a perspectiva de ser a próxima vítima.

Passados vinte anos, tornou-se um profiler implacável, especializado em assassinos em série. e quando o chamam à Catedral Velha de Vitoria, um calafrio percorre-o. nos claustros encontra dois cadáveres e a mesma arrepiante encenação: nus, abraçados, com abelhas vivas na garganta… Mas pistas, nenhumas.

Unai, dá início à caçada. e as suas investigações levam-no a mergulhar a fundo na história da cidade, nos seus antiquíssimos mitos, lendas, segredos.
Thriller arrepiante, que vendeu meio milhão de exemplares em Espanha, envolve o leitor numa cidade fascinante, Vitoria, que já tinha servido de cenário e inspiração a Os Pilares da Terra, de Ken Follet.

A minha opinião

Há livros que nos marcam logo nas primeiras páginas. Ali, naquele momento em que percebemos quem é que nos vai contar a história. A Morte, por exemplo, narra um livro lindíssimo. O assassino narra um livro policial e nós, só nas últimas páginas, é que percebemos que era o narrador. Narradores que crescem em idade e na escrita ao longo do livro... Enfim, podia continuar a dar milhares de exemplos de narradores que nos marcam mas, n'O Silêncio da Cidade Branca encontramos talvez o narrador mais original: o assassinado. Não, não estou a spoilar (isto existe?), é claro logo ao inicio do livro:

 

Um policia nunca espera desvendar um caso, tornando-se a última vitima do assassino em série que tem vindo a aterrorizar a cidade, mas a vida tem formas muito criativa de brincar connosco.

Portanto, basicamente, na segunda página eu já estava presa ao livro. Mas o pior (na realidade, o melhor) ainda estava para vir.

O Silêncio da Cidade Branca é, talvez (quase de certeza) dos melhores thriller's que já li. Prende-nos da primeira à última página, sem apelo nem agravo, sem respeito pela necessidade que temos de dormir ou de ir trabalhar. Só queremos folhear mais uma página, mais um capitulo. Queremos perceber porque é que vão surgindo relances duma história passada quase 30 anos antes. Queremos não estar em risco numa cidade em festa, e só pensamos em olhar por cima do ombro para termos a certeza que não somos os próximos.

O Silêncio da Cidade Branca é aquele livro que queremos que chegue rapidamente ao fim. Mas, ao mesmo tempo, não queremos termina-lo porque merece ser degustado, merece ser lido com calma e sem stress. Só que isso torna-se impossível porque o assassino está à solta e nós queremos que ele seja apanhado. Mas isso implica que o livro termine e nós não o queremos terminar.

(percebi entretanto pelo Goodreads que este é o primeiro livro duma trilogia)

O Silêncio da Cidade Branca é um livro que mexe com as nossas emoções, que nos deixa intrigados, emocionados. Com personagens e situações muito bem construidas e bastante credíveis. Com voltas e revoltas como um bom thriller  deve ter, onde todas as previsões que se possam fazer acabam por se revelar falsas.

Eva G. Saénz de Urturi consegue, com mestria, o que muitos anseiam. Levar-nos pelas páginas dum livro, de crime em crime até que, no final, tudo se resolve.

O Silêncio da Cidade Branca  é, seguramente um dos melhores livros que li em 2018, e, ao mesmo tempo, um dos melhores thrilers de sempre.

(em vez das primeiras páginas, vejam este pequeno video)

Classificação: 

(este livro foi-me oferecido pela JB Comércio Global em troca duma opinião honesta e sincera)

May we meet again

Conheces o meu blog generalista?

Que esperam para me acompanhar no facebook e no instagram?

Autoria e outros dados (tags, etc)

Piadas Ribeirinhas

por Magda L Pais, em 12.09.18

37533092.jpg

Piadas Ribeirinhas de Pedro Ribeiro

ISBN: 9789898886118

Editado em 2017 pela Cultura Editora

Sinopse

«Um monumento. Uma espécie de Padrão dos Descobrimentos, se as figuras do Padrão dos Descobrimentos fizessem, todas ao mesmo tempo, um hula hoop em cima de um monociclo, acabando por cair todas ao Tejo. Mas, curiosamente, começando, de imediato, a fazer natação sincronizada. Épico.»

Nuno Markl

Ao longo dos anos, Pedro Ribeiro espalhou pelas ondas da rádio, nas ruas, nos bares de strip e nas paragens de autocarro a sua obra completa. Mas agora os clássicos do cancioneiro Ribeirinho foram compilados para esta obra-prima do trocadilho e do humor descabido.

Com as piadas deste livro, podes brilhar na festa de Natal do escritório e durante o jantar de turma da faculdade. Se todos estiverem bêbedos, também ajuda.

A minha opinião

Acho que toda a gente sabe (ou se não sabem ficam a saber) que sou fã de humor. De todo o género de humor, na realidade, mas especialmente de humor negro (quanto mais negro melhor) e de piadas secas. Ou Ribeirinhas.

Portanto quando o nosso vizinho do bairro editou este livro eu tive de o comprar. Mas foi ficando lá nas prateleiras, à espera de vez e hoje veio comigo até Lisboa.

Sou fã incondicional das Manhãs da Comercial. São a minha companhia nos dias em que tenho de trazer o carro para Lisboa (valha-me que não é sempre que eu odeio conduzir) e se há coisa que me faz dar gargalhadas sozinha no carro são precisamente as piadas secas do Pedro. Oh senhores, mas onde é que o homem vai buscar aquilo? 

Bem, dizia eu que hoje o livro veio comigo e aproveitei a hora de almoço para o ler. Que erro descomunal! Vejam bem, à conta do livro, o caldo verde que estava a comer ia saindo pelo nariz (não, é suposto ele entrar pela boca e seguir o seu caminho, não é suposto sair de novo e muito menos pelo nariz). A massinha de peixe idem.. e quem estava nas mesas ao lado deve ter considerado uma de duas hipóteses: ou eu me estava a sentir mal porque estava a chorar ou então estava com problemas mentais e por isso estava a rir-me para um livro.

Olhem um exemplo:

David Bowie vai actuar num festival em Matosinhos. A organização estranha o atraso e liga-lhe:

- David, vens?

- Bowie!!!

ou ainda

No fim da vida de Bob Marley, a família pergunta ao médico do hospital:

- Então como é que está o Bob?

- 'tá  Marley

E podia continuar... mas é melhor deixar que leiam o livro senão vou acabar por o copiar todo para aqui.

É livrinho para ser lido em meia hora, quarenta minutos mas vale por cada página. Mesmo mesmo a sério (ou valerá para quem é fã de humor seco, mesmo que venha dum Ribeiro...) 

Leia aqui as primeiras páginas

Classificação: 

May we meet again

Conheces o meu blog generalista?

Que esperam para me acompanhar no facebook e no instagram?

Autoria e outros dados (tags, etc)

O Mapa de Vidro

por Magda L Pais, em 11.09.18

15837977.jpg

O Mapa de Vidro de Lisa T. Bergren 

Os Dotados #2

ISBN: 9789722909013

Editado em 2008 pela Difel

Sinopse

Ano do Nosso Senhor de 1340

Um segredo, com mais de quinhentos anos de existência, foi agora revelado. Uma carta ilustrada, muito tempo escondida pela Igreja, na qual se profetiza uma irmandade de homens e mulheres possuidores de poderosos dons espirituais, serve de catalisador para uma profunda guerra da qual surgirá uma nova idade das Luzes… ou uma escuridão como o mundo nunca viu. Enquanto os Dotados se reúnem e ganham força, descobrindo também novas pistas sobre o caminho que Deus lhes traçou, cresce igualmente, nos seus inimigos, o desejo de os controlar.

Observando-os à distância, em Veneza, está o Cardeal Boeri, determinado a servir-se dos poderes sagrados dos Dotados para assegurar a sua posição na hierarquia da Igreja. O doge e duque de Veneza, tem as suas próprias razões para querer assumir o poder. Porém, a ameaça maior é o diabólico Abramo Amidei, decidido a trazer a curandeira Daria d´Angelo, ao seu redil ou, caso não o consiga, a destruí-la. Amidei está decidido a desfazer o sólido tecido de fé da curandeira, atacando as fraquezas daqueles que Daria ama, pois sabe que, juntos, os Dotados são inegavelmente fortes, cada vez mais fortes. Porém, se os conseguir dividir, os Dotados - e depois o mundo - serão seus.

A minha opinião

O Mapa de Vidro segue a mesma linha d'A Carta Proibida. Para o bem e para o mal (no caso mais para o mal que para o bem). Demasiado (excessivamente) focado na religião, demasiadas passagens bíblicas, demasiada falta de desenvolvimento e algo confuso.

Confesso que demorei mais tempo que o normal a ler este livro porque tudo à volta me parecia melhor que o ler. Mas resolvi insistir, já agora queria ver como terminava a saga dos Dotados. Mas, para o fazer, tive de me abstrair de toda a religiosidade existente no livro. 

Dito isto... terei de vos contar que fui agradavelmente surpreendida pelo último terço do livro. Acção a rodos, aqui e ali, muita coisa a acontecer ao mesmo tempo e a qualidade da escrita a melhorar página a página. Quase que conseguimos estar lá, sentir a angustia das personagens. 

Apesar de achar que O Mapa de Vidro poderá ser mais considerado literatura religiosa que outro género qualquer, talvez se possa também enquadrar no âmbito da fantasia, com a eterna luta entre o bem e o mal levado ao extremo. 

Não sei, sinceramente, se recomendo a leitura. Como já disse, o último terço do livro é bom mas não sei ainda se compensa o resto. Vamos ver o que me reserva o terceiro volume mas, pelo meio, vou ler outra coisa qualquer antes que bata com a cabeça na parede...

Classificação: 

May we meet again

Conheces o meu blog generalista?

Que esperam para me acompanhar no facebook e no instagram?

Autoria e outros dados (tags, etc)

Leitura Alheia: Jogos Perigosos

por Magda L Pais, em 10.09.18

34674591.jpg

Jogos Perigosos de Simona Ahrnstedt

Uma Noite#1

ISBN: 9789892338446

Editado em 2017 pelas Edições Asa

Sinopse

David Hammar é um pirata dos tempos modernos. O multimilionário é arrogante e implacável no seu trabalho, arrasando empresas e pessoas por onde passa. E está agora de olho na Investum, uma das empresas mais antigas da Suécia, fundada pelo aristocrático clã De la Grip. Esta aquisição hostil será a maior e mais arriscada jogada da sua carreira… mas para que tudo corra bem, David precisa de ter um dos membros da família do seu lado. E a jovem Natalia De la Grip parece ser a escolha ideal.

A elegante e inteligente Natalia fica intrigada ao receber um convite de David para almoçar. Conhece bem a reputação do tubarão financeiro, e pergunta a si própria o que terá na manga… Mas Natalia e David têm mais em comum do que imaginam, e a atração entre ambos é instantânea, dando lugar a um caso tórrido mas perigoso, que irá expor segredos de família e verdades chocantes. Poderá o amor florescer em circunstâncias tão hostis?

Um romance sofisticado, sensual e dramático.

Uma história de amor, vingança, lealdade e preconceito que o vai deixar sem fôlego…

A opinião d'A Caracol

Devo começar por dizer que isto é muito difícil. Como raio se fala de um livro sem desbobinar o enredo todo? Como se transmite a emoção que é virar uma página com o coração aos pulos pelo que nos aguarda? Como descrever as insónias provocadas pela leitura madrugada fora? Como relatar isto tudo sem contar a história?

Não faço a mais pequena ideia, mas vou tentar.

Jogos Perigosos relata o romance inusitado e completamente desproporcionado de David e Natalia. Esteve fechado uns bons tempos na minha mesa de cabeceira, alguns foram-lhe passando à frente, até à noite em que chegou a sua vez. E, meus amigos, que pequena maravilha. Não sendo uma obra prima da literatura, que claramente não é, as páginas captam-nos a atenção e só queremos devorar a história, esquecendo necessidades básicas como... dormir, por exemplo.

Num breve resumo: David Hammar é um pirata dos tempos modernos. Construiu um império do nada, fazendo jogadas arriscadas de compra e venda de acções a empresas que pouco ou nada tinham de produtivo. É implacável, sedutor e, obviamente, giro nas horas – que moda agora é esta da personagem principal ser megalómana? Deus m'a livre!

Natalia De La Grip, por seu turno, é uma descendente da aristocracia sueca, mas que pouco ou nada liga a títulos. Trabalha arduamente por fazer valer o seu mérito e ambiciona o dia em que o seu pai, o poderosíssimo e machista Gustaf De La Grip, a convide para trabalhar na administração da sua empresa.

A igualdade de género é uma tema sempre muito presente no livro, o que me surpreendeu tendo em conta que autora é escandinava e onde, supostamente, a igualdade de género não sofre de tantas disparidades. Pelos vistos, não é algo que ainda tenha chegado ao sector financeiro (e talvez a tantos outros), onde os cargos de chefia são maioritariamente ocupados por homens. Hammar distingue-se também por isso: não contrata géneros, contrata competência.

Num último golpe financeiro, David pretende adquirir – e aniquilar os administradores – a Investum, fundada pelos De la Grip, família cujo passado, ou parte dele, está ligado a pedaços de história de David.

Para concluir a aquisição hostil, Hammar tenta seduzir o único membro da família que possivelmente teria razões para se lhe juntar e fazer frente à Investum: Natalia De la Grip.

Não vos posso contar mais, sob pena estragar a surpresa e o entusiasmo da leitura. Uma coisa vos garanto: não vão querer parar e vão precisar de uns dias para recuperar e fazer o luto pelo final da história.

Classificação: 

May we meet again

Conheces o meu blog generalista?

Que esperam para me acompanhar no facebook e no instagram?

(a partir de hoje, às 9h30 de segunda feira, leituras alheias traz-vos opiniões sobre livros de outros bloggers ou amigos)

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)



Pesquisar

Pesquisar no Blog

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.