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A Rapariga no Comboio

por Magda L Pais, em 04.11.15

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A Rapariga no Comboio de Paula Hawkins

Editado em 2015 pela TopSeller
ISBN: 9789898800541
 
Sinopse
O êxito de vendas mais rápido de sempre.
O livro que vai mudar para sempre o modo como vemos a vida dos outros.
Todos os dias, Rachel apanha o comboio... No caminho para o trabalho, ela observa sempre as mesmas casas durante a sua viagem. Numa das casas ela observa sempre o mesmo casal, ao qual ela atribui nomes e vidas imaginárias. Aos olhos de Rachel, o casal tem uma vida perfeita, quase igual à que ela perdeu recentemente.
Até que um dia...
Rachel assiste a algo errado com o casal... É uma imagem rápida, mas suficiente para a deixar perturbada.
Não querendo guardar segredo do que viu, Rachel fala com a polícia. A partir daqui, ela torna-se parte integrante de uma sucessão vertiginosa de acontecimentos, afectando as vidas de todos os envolvidos.
 
A minha opinião
Maria e Vanita, aqui vai a minha opinião. Tenham medo... tenham muito medo. Foram vocês as grandes culpadas de eu ler este livro e por isso haverá consequências...
Não sou, por norma, pessoa de ler o livro da moda. E confesso que este livro, além de ter sido moda no verão, as opiniões iam do excepcional ao lixo, o que me fazia alguma confusão. Tinha, por isso, previsto não ler o livro, pelo menos nos próximos tempos. Mais tarde, depois da poeira assentar logo leio, pensava eu. Mas depois veio a opinião da Vanita e a seguir a Maria a tentar-me, que até me emprestava o livro e tudo para eu não ser expulsa de casa e pronto, li o livro.
Comecei na segunda-feira e aproveitei a espera ontem enquanto decorriam os bypass coronários do maridão para o acabar.
Rachel viaja, todos os dias, para Londres de comboio. O seu entretêm é observar as pessoas que vivem nas casas, especialmente um casal a quem ela chama de Jason e Jess. Sem que os conheça, Rachel imagina que a vida deles é perfeita. Tal como era a sua com Tom, antes de ele a trair com Anne.
Megan é casada com Scott e é tudo menos a esposa perfeita.
Contado a três vozes e a dois tempos, nem sempre conseguimos saber exactamente o que se passa porque Rachel, a rapariga no comboio, bebe em excesso e não se consegue recordar do que se passou ou do que viu. Recorda-se duma coisa aqui, doutra ali e, acima de tudo, tem a sensação que algo se passou sem saber exactamente o quê.
Confesso que, de início, estranhei o facto de Megan contar a sua versão da história começando uns meses antes da narrativa de Rachel. Mas passando a estranheza inicial, é um livro que se lê bem. Podia, talvez, ter mais "sumo" e, talvez, ser menos previsível. (ou então sou eu que, depois d'A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert de Joël Dicker fiquei mais exigente). Também confesso que acho que chamar este livro de thriller arrepiante é capaz de ser um bocadinho de exagero. Confesso ainda que não senti aquela ânsia de ter de largar o livro mas não querer fazê-lo. Mas esta parte pode ser porque foi o livro perfeito para o dia de ontem - quando me chamaram a avisar que a operação tinha terminado eu tinha acabado de ler a última página.
No geral direi que foi uma excelente leitura e que valeu a pena ler este livro. Recomendo!
 

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