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Uma paixão chamada livros 24/40

por Magda L Pais, em 03.03.16

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Top 5 dos escritores favoritos

Ken Follett

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Porque este escritor não se limita a imaginar e escrever. Todos os seus livros tem um trabalho fantástico de investigação por detrás. É o próprio que explica como, em cada livro, traça a linha divisória entre a história e a ficção:

A regra que aplico é a seguinte: Ou a cena aconteceu, ou poderia ter acontecido; ou as afirmações foram feitas, ou poderiam ter sido feitas. E se encontrar alguma razão que impeça que a cena tivesse ocorrido na vida real, ou que uma dada afirmação tivesse sido feita - se, por exemplo, uma personagem se encontrava no estrangeiro nesse momento - elimino-a.

E é esta regra simples, conjugada com a qualidade da escrita que já me habituei com Ken Follett que o tornam num dos meus escritores favoritos.

John Grisham

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Descoberto por recomendação dum vendedor na Feira do Livro de Sesimbra. Por norma não ligo nenhuma às pseudorecomendações que aparecem de outros autores ou na contra capa, feitas por outros autores ou jornais. Mas num dos livros que li deste escritor dizia assim "tenha cuidado se for a ler Os Litigantes no autocarro, pois poderá perder a sua paragem" - Independent. Bem, na verdade, não perdi a paragem do autocarro. Mas perdi a do metro...

 

João Pinto Coelho

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Finalista do prémio Leya com o seu romance de estreia Perguntem a Sarah Gross, conseguiu, com apenas este livro, entrar para o meu rol de autores favoritos. Venham de lá mais livros, arranjarei, com certeza, espaço nas mui ocupadas estantes lá de casa para o ter. É um autor que me apetece!

Gary Jennings

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Com apenas dois livros editados no nosso país (o que é lamentável) Gary Jennings é um autor que subiu rapidamente ao topo das minhas preferências com O asteca. Aliás, este livro (dividido em dois volumes em Portugal) é considerado como uma obra de referência para quem quer entender o Povo Asteca e a sua ascensão e queda. Espero, sinceramente, que um dia alguma editora opte por editar os outros livros que escreveu porque os seus leitores o merecem.

José Rodrigues dos Santos

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José Rodrigues dos Santos tem o dom de saber explicar, nos seus livros, coisas complicadas de forma simples e perceptível ao comum dos mortais. Um dos últimos livros que li dele, A Mão do Diabo, é dado, ao leitor, a possibilidade de perceber os meandros e as razões da crise económica que teima em passar e cuja responsabilidade é de todos nós.

E sim, tenho mesmo mesmo de acrescentar um sexto autor...

Gabriel García Márquez

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Por Cem anos de Solidão, Ninguém Escreve ao Coronel, Amor nos Tempos de Cólera, Crónica de uma Morte Anunciada, os Contos completos, e O Outono do Patriarca.

 

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Por quarenta dias, eu, M*The Daily MiacisMulaMiss FMarcianoAlexandraJPDrama QueenFatia MorCMNathyMJJustAna Rita Garcia M.TeaCarla B.Neurótika WebbNoqeCaracolMorena,asminhasquixotadasKikas partilhamos a nossa paixão pela leitura e pelos livros. 

 

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Lua de Mel em Paris

por Magda L Pais, em 03.03.16

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Lua-de-Mel em Paris de Elizabeth Adler

Editado em 2010 pela Quinta Essência
ISBN: 9789898228239
 
Sinopse
Paris, a cidade mais romântica do mundo, é palco de luas-de-mel de sonho e de paixões recentemente descobertas. E para Lara Lewis é o lugar onde ela e o marido viveram o amor no seu melhor. Mais de vinte anos depois, Lara deseja reacender a chama do seu casamento e planeia uma aventura romântica para os dois: reconstituir todos os momentos da sua idílica lua-de-mel em Paris e pela França, visitar os mesmos lugares, comer nos mesmos restaurantes, explorar as mesmas aldeias mágicas. Porém, quando o marido lhe diz, à última hora, que existe outra mulher na sua vida, o coração de Lara quase se estilhaça em mil pedaços.
Algures na estrada da vida, Lara perdeu-se a si própria. Agora, terá de descobrir um novo rumo para a sua existência. Inesperadamente, Lara dá um passo ousado e convida um homem, mais novo e com quem ela acaba de se envolver, para fazer a tão desejada segunda lua-de-mel. O que se segue é a história de dois apaixonados errando pela França numa louca aventura romântica, que se inicia com voos perdidos e bagagem extraviada e termina como sendo a viagem de uma mulher para se encontrar a si própria e ao amor que lhe escapou a vida inteira.
Lua-de-mel em Paris é uma incursão apaixonante pelos sabores, sons, paisagens e aromas de França e a história de uma mulher que se reconcilia com o seu passado e se converte na mulher que sempre desejara ser.
 
A minha opinião
Terceiro livro lido no âmbito do livro secreto e continuo sem me ter arrependido de aderir a esta iniciativa. Mais uma vez surgiu-me um livro duma autora com quem já me tinha cruzado algumas vezes nas livrarias mas que nunca tinha lido.
Lara tem 45 anos e está casada há 22 anos com Bill, um cirurgião pediátrico de sucesso e o único homem que alguma vez teve na vida. Percebendo que Bill está cada vez mais afastado e que tem um caso com uma pediatra, Lara tenta salvar o seu casamento, com uma segunda lua de mel em Paris, uma vez que as suas lembranças da primeira lua de mel a fazem acreditar que foi a altura em que ambos foram mais felizes. Mas Bill tem outros planos e acaba por desmarcar à última da hora para poder viajar com a amante para a Índia.
Sentindo-se sozinha, acaba por ir para a casa de praia onde conhece Dan, um jovem atraente e simples e por quem acaba por se apaixonar, desafiando-o a viajar consigo para Paris onde Lara pretende reviver a viagem feita com Bill. E é nessa viagem que Lara acaba por perceber que, afinal a memória prega partidas e que a primeira lua de mel não foi tão idílica como se lembra.
Bom, para quem não acha grande piada a Paris (pronto, pronto, eu sei, sou a única pessoa do mundo que não gosta de Paris), ler um livro passado essencialmente nessa cidade acabou por ser engraçado. Se bem que, confesso, às tantas, as descrições exaustivas da comida e da paisagem me cansaram um bocadinho. Creio que o livro teria ganho mais se tivesse menos descrições e o foco fosse mais na capacidade do ser humano de adaptar as recordações ao que deseja que tivesse realmente acontecido (ou, na realidade, na nossa fantástica capacidade de esquecermos as más recordações e de só recordamos o melhor de cada momento).
Apesar de tudo um livro a ler, pelo menos por dois tipos de pessoas - os apaixonados por Paris e os românticos incuráveis. Se bem que, não sendo nem um nem outro tipo de pessoa, gostei bastante da leitura que me proporcionou alguns momentos agradáveis.

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