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Uma paixão chamada livros 39/40

por Magda L Pais, em 24.03.16

 

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Último livro lido

Juntei-me à Pandora, à JP, à M*, à Nathy, à Cristina e à Just e, em conjunto, lemos o segundo volume da trilogia O Cemitério dos Livros Esquecidos.

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Logo que todas tenham terminado o livro, aqui estará a minha opinião, assim como as delas.

Estou, neste momento, a ler um livro engraçado, que me foi emprestado pela Cristina:

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Wilt de Tom Sharpe, que nos conta a história dum professor com uma vida deveras aborrecida e que acalenta o desejo morbido de matar a mulher por ser uma chata!

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Uma paixão chamada livros 38/40

por Magda L Pais, em 23.03.16

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Livros em papel ou formato digital

My precious books estão em papel para que possa pegar, cheirar, sentir. Parte do prazer da leitura começa precisamente nisso, em ter o livro na mão e poder folheá-lo. Sem isso, e eu falo por mim, perde-se imenso. Ler em tablets, computadores ou outros dispositivos próprios para o efeito dá-me a sensação que estou a ler um documento do trabalho e não um livro. E ler um livro não é trabalho.

Prefiro ter um livro na mão do que ler no ecrã do computador ou num qualquer dispositivo. Com o livro sinto-me mais próxima do escritor. A minha mente viaja ao mesmo ritmo que a história que estou a ler. Desapareço da face deste mundo, para me reencontrar no mundo que está criado no papel. Quando estou com um livro na mão consigo abstrair-me do mundo ao meu redor, o que não me acontece quando estou a ler nos blogues, onde me disperso com mais facilidade.

Um livro tem cheiro. Um livro sente-se, ouvem-se as folhas quando se passa de página. Em suma, ao pegar num livro tradicional, quase todos os sentidos são accionados. O olfacto, o tacto, a visão, a audição… um livro traz, com ele, uma panóplia de sentimentos que não são tão fáceis de obter num monitor.

Um livro permite que eu pegue nele e o leia nos transportes públicos, num banco de jardim, no sofá, numa sala de espera, na praia… sítios onde ler num computador é extremamente difícil, para não dizer impossível. Para ler um livro não preciso de estar dependente de haver, ou não electricidade ou pilhas (recarregáveis ou não).

Gosto de andar com um livro atrás. De o poder pegar para ler sempre que tenha oportunidade, ou quando, por necessidade de me abstrair do que me rodeia, arranjo essa oportunidade. O meu melhor calmante é, sem dúvida, a leitura de um livro.

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Uma paixão chamada livros 37/40

por Magda L Pais, em 22.03.16

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Melhor local para ler

Recupero, a este próposito, um texto escrito em Dezembro de 2014 sobre os locais onde leio:

Acho que todos sabem que gosto de ler, não é coisa que faça segredo. Nem toda a gente entende mas a verdade é que ando sempre com um livro atrás (e há fortes probabilidades da tendinite que me anda a maçar o raio do ombro ser causada precisamente porque ando sempre com um livro na mala – entre todas as outras coisas que cabem numa mala de mulher e que fazem com que os meus filhos e o marido tenham medo de lá mexer).

E ando com o livro atrás porque eu leio em todo o lado. Leio nos transportes (barco e metro) porque vivo e trabalho em margens diferentes do Rio Tejo. A hora que demoro entre a casa e o trabalho é uma excelente oportunidade para ler. Não consigo ler no autocarro. Mas também o uso tão pouco que não faz grande diferença.

Leio quando almoço/lancho/janto sozinha, enquanto espero pela comida e entre duas garfadas. Já me aconteceu escolher comida que me permita comer só com uma mão para que a outra segure o livro.

Leio na casa de banho, às vezes até ficar com as pernas dormentes. Já me aconteceu estar tão embrenhada na leitura que estive sentada na sanita quase duas horas… Irritam-me as casas de banho com sensores. Se estou a ler sossegada, as luzes apagam-se e eu tenho de deixar de ler para me mexer e acender, de novo, as luzes.

Gosto, na meia estação, sem muito frio e sem muito calor, de ler no jardim, sentada no banco, ao pé do meu local de trabalho. Nem sequer me importo com as crianças que brincam no jardim, só me incomodam as moscas e as pessoas que não sabem o que é um caixote do lixo e espalham o lixo todo no chão.

Gosto de ler enquanto espero/desespero por uma consulta médica – no hospital, no centro de saúde ou num consultório. Se tenho de esperar mais de cinco minutos, o livro ajuda-me a passar o tempo.

Adoro ler na praia. Deitada na toalha ou sentada na cadeira. Se estiver sentada numa cadeira, gosto de estar mesmo à beira do mar. Passo horas assim, a ler, com os pés dentro de água. Até me esqueço que é preciso ir-me molhando – mas o marido e os filhos salpicam-me de surpresa. Bem podem tentar avisar, eu não os ouço. Quando estou a ler, morro para o mundo real e desperto no mundo dos livros. E de vez em quando lá levo com uma onda em cima. Normalmente até me tentam avisar mas não vale mesmo a pena.

Na piscina, enquanto uns nadam e outros brincam, eu leio. De vez em quando lá tomo uma banhoca para não dizerem que não me molhei mas a leitura é um passatempo bem melhor.

Com a ajuda da minha Triipi, leio no sofá. Deitada, recostada, como calha.

Só não leio na cama. Recuso-me a deixar que os livros entrem no quarto. Mas só porque quando o fazia, acontecia imensas vezes apagar a luz quase na hora de me levantar para ir trabalhar. E eu preciso de dormir, de descansar algumas horas para não ficar rabugenta e irritadiça.

Resumindo, gosto de ler. Ninguém diria, não é verdade?

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Inspiração

por Magda L Pais, em 21.03.16

A inspiração surge quando se põem os cotovelos na mesa, o rabo na cadeira e se começa a suar. Escolhe um assunto, uma ideia, e espreme o cérebro até doer. A isso chama-se inspiração.

In O Jogo do Anjo, Carlos Ruiz Zafón

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