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No dia em que comprei mais um livro (apesar da minha ineficaz ladainha não comprarás mais livros) leio este artigo fantástico do huffingtonpost... mesmo a propósito!

 

O monte de livros mais alto da tua casa quase que caiu em cima do teu gato no outro dia

(bom, no meu caso teria sido em cima das minhas cadelas, mas percebe-se a ideia).

Não há mais espaço nas tuas estantes de livros e não há mais espaço para mais estantes. A tua melhor amiga anda a ler A Mágica da Arrumação, de Marie Kondo, em voz alta quando está ao pé de ti.

(lá em casa é o marido, a mãe e a Nanda que andam atrás de mim para eu os arrumar)

Quase choraste quanto se sugeriram que doasses alguns dos teus livros antigos.

(quase?)

Soa familiar? É possível que sejas uma bibliomaníaca. 

(é possível? não, sou de certeza!)

Mas e daí? Apesar da onda minimalista, guardar livros pode trazer muitos benefícios.

Se não tens coragem de te livrar de quase todos os teus livros, deixando apenas uma estante com os teus favoritos (seria como escolher filhos favoritos para guardar na estante!) e temes estar a perder os benefícios psicológicos e interpessoais de aderir ao minimalismo, inspira um pouco desse ar impregnado de livros velhos e lembra-te das seguintes razões para te orgulhares de ser uma/um bibliomaníaco (ou então mostra-as a quem acha que perdeste o juízo...)

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E, por fim, a principal razão e justificação:

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O Prisioneiro do Céu

por Magda L Pais, em 04.04.16

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O Prisioneiro do Céu de Carlos Ruiz Zafón

Editado em 2012 pela Editorial Planeta
ISBN: 9789896573003
 
Sinopse
Barcelona, 1957. Daniel Sempere e o amigo Fermín, os heróis de A Sombra do Vento, regressam à aventura, para enfrentar o maior desafio das suas vidas. Quando tudo lhes começava a sorrir, uma inquietante personagem visita a livraria de Sempere e ameaça revelar um terrível segredo, enterrado há duas décadas na obscura memória da cidade. Ao conhecer a verdade, Daniel vai concluir que o seu destino o arrasta inexoravelmente a confrontar-se com a maior das sombras: a que está a crescer dentro de si.
Transbordante de intriga e de emoção, O Prisioneiro do Céu é um romance magistral, que o vai emocionar como da primeira vez, onde os fios de A Sombra do Vento e de O Jogo do Anjo convergem através do feitiço da literatura e nos conduzem ao enigma que se esconde no coração de o Cemitério dos Livros Esquecidos.
 
A minha opinião
Há apenas uma palavra que pode descrever este terceiro livro da série O Cemitério dos Livros Esquecidos: desilusão. Creio, mais uma vez, que o problema foram as expectativas que criei à volta deste livro, depois d'A sombra do vento e d'O Jogo do Anjo, sendo que são livros que se lêem bem individualmente.
N'O Prisioneiro do Céu voltamos novamente atrás na história, desta vez para conhecer a história de Fermín e perceber como a sua vida se intercepta com a Daniel. Mas, ao mesmo tempo, percebemos o que realmente terá acontecido a Martin (personagem principal do Jogo do Anjo) e a Isabella, a mãe de Daniel e amiga de Martin.
No entanto, se algumas dúvidas são esclarecidas, outras surgem e muitas ficam sem resposta. 
Confesso, depois de ter lido os três, que a ordem de leitura foi, efectivamente, a minha ordem de preferência. A Sombra do Vento é, para mim, o melhor livro da trilogia, O Jogo do Anjo é um excelente livro, O Prisioneiro do Céu lê-se bem mas não é nada de especial.
Creio ter lido algures que o autor pretende escrever um quarto livro. Em 2012 previa-se que sairia dentro de dois anos, já lá vão quatro e nada ainda. Quem sabe se esse livro nos trará as respostas finais e se terá a qualidade d'A sombra do Vento ou do Jogo do Anjo.
E como este livro foi lido com a Pandora, a JP, a M*, e a Cristina ide ver qual foi a opinião delas.

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A Pérola

por Magda L Pais, em 03.04.16

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A Pérola de John Steinbeck

Sinopse
Baseado num conto popular mexicano, A Pérola constitui uma inesquecível parábola poética sobre as grandezas e as misérias do mundo tão contraditório em que vivemos. É, assim, a história comovente de uma pérola enorme, de como foi descoberta e de como se perdeu... levando com ela os sonhos bons e maus que representava, mas é também a história de uma família e da solidariedade especial entre uma mulher (Juana), um pobre pescador (Kino) e o filho de ambos (Coyotito).
Com uma obra literária em que predomina a denúncia da vida difícil a que é sujeito o subproletariado agrícola, John Steinbeck recebeu da Academia Sueca o Prémio Nobel de Literatura em 1962 com a seguinte menção: «Nunca pretendeu escrever para tranquilizar os leitores, entrete-los sem os escandalizar. Pelo contrário, os tópicos que escolheu eram sérios e denunciadores... A sua capacidade literária foi sempre adquirindo um ímpeto crescente.»
 
A minha opinião
livro secreto continua a dar cartas e a trazer-me verdadeiras pérolas da literatura. Desta vez de forma literal... Confesso que foi o primeiro livro que li de John Steinbeck, se bem que já namorei As Vinhas da Ira e A um Deus Desconhecido. Por uma qualquer razão nunca os cheguei a ler, talvez tenha chegado a altura de o fazer. Creio que será a aposta de férias.
Coyotito, filho de Juana e Kino, é mordido por um lacrau e os pais, pobres pescadores, não tem posses para o levar ao médico. Kino, depois do médico se recusar a tratar do filho, vai tentar apanhar uma pérola para que possa pagar a assistência. E encontra a maior pérola alguma vez vista. A pérola do mundo. Mas logo que a comunidade sabe da existência desta perola, a maldade e a cobiça aparecem e Kino é forçado a esconder a sua riqueza. Será a pérola suficiente para mudar a sua vida e da sua família? será que o bem vence o mal?
O sonho de Kino, quando encontra a pérola é que:
O meu filho saberá ler e abrirá livros, o meu filho escreverá, o meu filho saberá escrever.
O meu filho fará números. E essas coisas tornar-nos-ãolivres porque ele terá conhecimentos, saberá. E através dele teremos conhecimentos também.
E não é isto que todos queremos?
 
 

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