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Ao meu avô

por Magda L Pais, em 16.06.16

A ternura do seu riso não me sai da memória. Bem como a sua exigência. Nem o seu modo de andar e a sua eterna elegância. (...)

Glória a ti, meu avô amado. Fica sabendo que fazes falta cá em baixo. Gosto de pensar que estás a olhar para mim aí de cima e que acompanhas o meu percurso com uma mescla de diversão e emoção. (...)

Estou-te grato por tudo o que me deste. Descansa em paz.

 

in O Livro dos Baltimore de Joël Dicker

e dedicado também ao meu avô Manuel

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Os sonhos

por Magda L Pais, em 16.06.16

só temos uma vida, Alexandra! Uma vida curtíssima! não gostarias de a usar para realizares os teus sonhos em vez de ganhares mofo naquela universidade tonta? Sonha, e sonha em grande! Só os maiores sonhos sobrevivem. Os outros são apagados pela chuva e levados pelo vento.

 

in O Livro dos Baltimore de Joël Dicker

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Passatempo Voo final - resultados

por Magda L Pais, em 16.06.16

Está terminado o passatempo. Participaram 186 pessoas a quem quero agradecer por o terem feito. Mas só havia um livro a sortear e a grande vencedora é a Jennifer Fazendeiro a quem irei enviar daqui a momentos um email para pedir os dados para poder enviar o livro.

Aos restantes não desanimem. Dentro em breve haverá novo passatempo, desta vez com o livro Pura Malícia de Jill Mansell

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Peguei e meti-te na cesta

por Magda L Pais, em 15.06.16

livros verão.png

 

Faltam exactamente 20 dias para as minhas férias e estou a começar a preparar a primeira mala, aquela que é a mais importante - a dos livros que vou ler nas férias.

Vão ser três semanas de praia (se o nosso amigo S Pedro deixar), boa comida e muito descanso. E leituras, muitas leituras que me vão saber a pouco. Praia combina com livros, sofá combina com livros e cadeiras combinam com livros. Na verdade, em férias (e não só) tudo combina com livros e livros combinam com tudo.

Desta vez vou levar 18 livros. Creio que chegam mas, se for caso disso, posso sempre recorrer à biblioteca de Sesimbra que tem um catálogo impressionante. E não me posso esquecer da Feira do Livro de Sesimbra onde encontro sempre boas recomendações de bons livros a preços muito aceitáveis.

De casa vou pegar e meter na cesta estes: 

 As Brumas de Avalon de Marion Zimmer Bradley. Quatro livros e que são os Meus livros, aqueles que mais vezes reli e que estão no meu top 5 desde sempre. Sou apreciadora da releitura daqueles livros que mais nos marcam e estes, sem dúvida, marcaram-me. Sabem como se sentem quando, ao fim duns tempos de ausência, regressam a casa? É mais ou menos isso que sinto quando releio estes livros. É o meu regresso a uma casa onde já fui tão feliz.

 Pai Nosso de Clara Ferreira Alves. Vai ser a minha estreia com esta autora num livro com uma boa classificação no Goodreads (3.46) e cujas criticas que tenho lido por ai tem sido bastante positivas. Creio que não me vou desiludir.

 Para Onde Vão Os Guarda-Chuvas de Afonso Cruz. Classificação elevadíssima no Goodreads (4.47) e o responsável pelo meu momento muito ups na Feira do Livro. As minhas expectativas estão bastante elevadas até porque várias pessoas me falaram muito bem dele.

 Quando Éramos Mentirosos de E. Lockhart. Muito boa classificação no Goodreads (3.85) mas, acima de tudo, muito bem recomendado pela M*.

 A Eleita de Kushiel (Kushiel, #3) e A Promessa de Kushiel (Kushiel, #4), ambos de Jacqueline Carey. 4.2 e 4.38 respectivamente de classificação no Goodreads. Li os dois primeiros em 2014 e fiquei fã desta saga que se pode considerar uma mistura da Guerra dos Tronos com As Cinquenta sombras (mas consideravelmente mais bem escrito que estes últimos). Acompanhamos, nestes livros, a vida de Phèdre, uma eleita de Kushiel, para toda a vida experimentar a dor e o prazer como uma coisa só.

  As Faces de Victoria Bergman de Erik Axl Sund. Uma trilogia que me foi recomendada pela Miss F. Bem classificada no Goodreads (3.74, 3.92 e 3.70) confesso que me inspiram confiança.

 A Idade dos Cinco de Trudi Canavan. Mais uma trilogia. O primeiro livro li em 2014 e foi-me recomendado na Feira do Livro de Sesimbra. Sei que gostei imenso e quero ler os dois últimos. Só que, como não me recordo bem da história, vou reler o primeiro volume. Boas classificações no Goodreads (3.83, 3.99 e 4.04), pelo que tem tudo para correr bem.

 Os dotados de Lisa Tawn Bergren. Uma trilogia que comprei sem nunca ter ouvido falar da autora. Perguntaram-me se os queria comprar, vi as criticas no Goodreads e a classificação (3.86, 4.27 e 4.30) e achei que eram interessantes. Vamos ver se é verdade.

Faltam apenas 20 dias...

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A Biblioteca

por Magda L Pais, em 14.06.16

CAPA_a-biblioteca.jpg

A Biblioteca de Zoran Živković

Editado pela Cavalo de Ferro em 2010
ISBN: 9789896231378
 
Sinopse


Livro vencedor do prestigiado World Fantasy Award, A Biblioteca reúne seis histórias fantásticas ligadas à bibliofilia, fazendo-nos pensar em Jorge Luis Borges e na sua biblioteca infinita, mas também no universo de Kafka ou de Umberto Eco. No conto de abertura, um escritor descobre um site onde todos os seus livros, inclusive os que ainda não escreveu, se podem consultar; num outro, uma comum biblioteca transforma-se durante a noite num arquivo de almas; noutro, ainda, o Diabo decide estabelecer os níveis da literacia infernal...

 

A minha opinião

Creio que, aos poucos, a minha lista de autores que leio com prazer se está a expandir de dia para dia. Culpa, em parte, de ler vários blogs sobre livros, incluindo, claro está, o Planeta da Márcia que tem sido uma das maiores culpadas desse alargamento. Mas também da Fernanda Palmeira que participa na Roda dos Livros (se prezam o dinheiro dentro da carteira e, se tem pouco espaço nas estantes não vão a esses dois blogs!)

A primeira vez que ouvi falar n'A Biblioteca de Zoran Živković foi precisamente pela Márcia. Comprei-o na Feira do Livro em conjunto com O Livro tendo lido este último primeiro. Fiquei logo com vontade de ler A Biblioteca mas Os Últimos Dias dos Nossos Pais estavam ali a chamar-me e por isso intervalei. 

A Biblioteca reúne seis bibliotecas diferentes, a virtual, a particular, a nocturna, a infernal, a minimal e, por fim, a requintada. Em todas elas o sonho de qualquer leitor compulsivo - qual de nós não quer uma biblioteca particular ou ser condenado a ler por toda a eternidade? 

Toda a gente sabe que os livros devoram espaço sem qualquer piedade. E não existe defesa possível. Qualquer que seja o espaço que se lhes dê, nunca chega. Ocupam primeiro as paredes e depois continuam  a espalhar-se por onde conseguirem. Apenas o tecto fica poupado. Chegam sempre uns novos, enquanto o dono não tem coragem para se livrar de nenhum dos velhos. E assim, devagar, sem dar nas vistas, volumes de livros empurram tudo à sua frente. Como glaciares.

Mas ao contrário dos glaciares que são frios e sem vida, todos os livros tem vida. A deles e de quem vive neles. Por isso como não haver uma biblioteca de arquivo das vidas de todos os que já habitaram o nosso planeta?

Mais uma vez, e tal como n'O Livro, A Biblioteca tem momentos de humor negro, de sátira e que nos levam a pensar.

E, mais uma vez, a aposta em novos autores continua a compensar-me. E muito.

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