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A Noite de Todas as Almas

por Magda L Pais, em 13.05.19

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A Noite de Todas as Almas de Deborah Harkness

Trilogia De Todas As Almas # I

ISBN: 9789724620121

Editado em 2011 pela Casa das Letras

Sinopse

Num final de tarde de Setembro, quando a famosa historiadora de Yale, Diana Bishop, abre casualmente um misterioso manuscrito medieval alquímico há muito desaparecido, o submundo mágico de Oxford desperta. Vampiros, bruxas e demónios farão tudo para possuir o manuscrito que se crê conter poderes desconhecidos e pistas misteriosas sobre o passado e o futuro dos humanos e do mundo fantástico. Diana vê a sua pacata vida de investigadora invadida por um passado que sempre tentou esquecer: ela é a última descendente da família Bishop, uma longa e distinta linhagem de bruxas de Salem, marcada pela morte misteriosa dos pais quando era criança. E do meio do turbilhão de criaturas mágicas despertadas pela redescoberta do manuscrito surge Matthew Clairmont, um vampiro geneticista de 1500 anos de idade, apaixonado por Darwin. Juntos vão tentar desvendar os segredos do manuscrito e impedir que caia em mãos erradas. Mas a paixão que cresce entre ambos ameaça o frágil pacto de paz que existe há séculos entre humanos e criaturas fantásticas... e o mundo de Diana nunca mais voltará a ser o mesmo... Uma história arrebatadora que mistura História, magia, aventura e romance. Para os leitores de Dan Brown, J.K. Rowling, Stephenie Meyer e Elizabeth Kostova.

A minha opinião

Este é um livro que me fez pensar que a compra do Kobo e a leitura de ebooks foi uma boa opção. Primeiro porque o livro tem 704 páginas que teriam de andar - literalmente - às minhas costas e depois porque o ebook custou 10,99 euros e o livro físico custaria 21,90 euros. 

Por outro lado, tenho de proibir o meu colega Paulo de me desencaminhar com livros...(se bem que ainda bem que o fez agora que já saíram os 3 livros desta trilogia senão ia ser uma desgraça)

adiante

A Noite de Todas as Almas tem bruxas, vampiros e demónios. Tem amor, amizade, aceitação e rejeição. Tem e faz magia, já que fez com eu lesse à noite, no quarto ou mesmo ao fim de semana (quando eu sempre disse que não leria à noite e que os ebooks estavam reservados para durante a semana). A história está bem construida e mostra-nos as bruxas, os vampiros e demónios de uma forma tão credível que nos leva a questionar o que será verdade ou mentira.

A mitologia associada - neste livro - às entidades mágicas é extraordinariamente bem conseguida. E gostei da mensagem acerca do casamento gay.

Confesso que, em alguns momentos do livro (vá, para não dizer que foi o livro todo assim), tive vontade de não o largar. Apeteceu-me não ir trabalhar, não ir dormir e comer só mesmo enquanto lia. A Noite de Todas as Almas é viciante e queremos sempre ler mais um bocadinho para tentar perceber o que acontece a seguir. As viagens de comboio tornaram-se demasiado rápidas, a hora de almoço demasiado curta e o tempo que não posso estar a ler demasiado longo. E tudo por culpa desta trilogia.

Achei curioso o facto do livro estar dividido entre a narrativa de Diana - que nos permite saber o que ela pensa e como pensa (e o como é ainda mais importante no segundo livro mas lá iremos depois) - e um narrador que apenas comunica ao leitor os factos e os diálogos entre as personagens. É verdade que, às tantas, há ali algumas pequenas falhas nesta divisão de narrativa mas nada que impeça ou prejudique a leitura.

Resumindo... vão-me desculpar mas não posso estar aqui mais tempo que quero ir continuar a leitura do segundo volume...

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Rebelde

por Magda L Pais, em 10.05.19

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Rebelde de Bernard Cornwell

As Crónicas de Starbuck #I

Tradução: Luís Santos

ISBN: 9789896374716

Editado em 2012 pela Saída de Emergência

Sinopse

No verão de 1861 os exércitos do Norte e do Sul estão à beira de iniciar a Guerra Civil Americana, precipitando também a epopeia de um rapaz do Norte, chamado Nathaniel Starbuck, e de como acabou por lutar a favor dos sulistas.

Rejeitado pela rapariga que ama e incompreendido pela sua família, Starbuck chega a Richmond, Virgínia, capital da Confederação Sulista. É salvo por Washington Faulconer, um milionário excêntrico que está a criar o seu próprio regime de elite para lutar contra os Yankees. Starbuck alista-se na Legião Faulconer, mesmo sabendo que isso poderá implicar lutar contra o seu próprio povo.

Mas não é apenas Starbuck que enfrenta semelhantes dilemas e cedo toda a América terá de se render ao caos e à dramática violência que fractura o país em dois.

A minha opinião

Esta saga (As Crónicas de Starbuck) tem andado a marinar lá em casa há alguns anos. Fui aproveitando as promoções da Feira do Livro para a comprar quase toda ao preço da uva mijona e, agora que ando mais de leituras em ebook, lembrei-me que seria boa altura para os ir lendo ao fim de semana.

Grande erro.

Definitivamente não fui feita para ler dois livros ao mesmo tempo, principalmente quando o fim de semana é curto para tanta coisa que quero adiantar para a semana e acabo por só ler meia dúzia de horas (se tanto). Talvez agora que o trabalho acalmou e os fins de semana têm mais horas de dia e melhor tempo para me esparramar no jardim a ler, volte a ler em papel ao fim de semana e em ebook durante a semana. Mas de inverno não repetirei este erro senão demoro meses a ler um livro e acabo por perder o interesse.

Dividiria este livro em duas partes fundamentais: a primeira é um pouco aborrecida. Sim, eu entendo, temos de conhecer as personagens e colocá-las estrategicamente no tabuleiro. Perceber os seus interesses, o que fazem ali e o que pretendem (ou pelo menos minimamente).

Talvez por ter demorado 2 meses a ler um misero livro de 370 páginas tenha feito parecer-me mais aborrecido do que é na realidade mas esta foi a minha percepção e é isso que interessa aqui.

Claro que, mesmo sendo aborrecida, a primeira parte permitiu perceber que Bernard Cornwell sabe efectivamente o que faz. A construção e apresentação das personagens está feita de forma a que nos lembremos delas, bem construidas e, acima de tudo, credíveis (é, para mim, quase tudo o que quero dum livro - que seja credível). Apesar de que, no inicio, não fui muito fã do personagem principal que dá o nome ao titulo da saga. Vamos, aos poucos, conhecendo e gostando de Nathaniel Starbuck. O que, na realidade, considero que mostra, mais uma vez, que o autor sabe o que faz.

Já na segunda parte, quando iniciam as batalhas... céus, faltou pouco, muito pouco, para eu própria achar que estava no meio dos combatentes. Quase que cheirei a pólvora e quase que ouvi o grito dos soldados. Extraordinariamente real.

A história passa-se no período da Guerra entre o Norte e o Sul nos Estados Unidos e, apesar de saber como acabou, não deixa de ser bastante interessante perceber como se chegou lá. É a vantagem dos livros históricos, género do qual também sou fã.

Creio que, no geral, foi um bom começo com este autor. Vamos ver se os próximos confirmam e me levam a ler outras sagas escritas por ele.

leia aqui as primeiras páginas

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Quando eu era pequenina...

por Magda L Pais, em 04.05.19

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Quando era pequenina adorava pintar e escrevinhar nos livros (que fossem próprios para isso, é claro que isto de escrever em livros que não são para isso dá-me arrepios na espinha).

Recebi, por isso, com satisfação, este kit que me permitiu voltar à infância, ainda para mais porque a qualidade do material é excelente, permite que qualquer criança pinte e repinte sem se estragar e, honestamente, é apto para todas as idades  - até para mim que já tenho quase 50 anos!

Ora vejam como eles ficaram depois de serem usados

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Não fiquem com inveja. Há mais aqui à venda. Destes e não só. Vá, façam uma criança feliz. Ou façam-se a vossa felicidade com um livro destes para pintar para afastar o stress.

Podem encontrar os da marca primo aqui e os da marca Panini aqui. e podem conhecer a JB Global aqui

(estes livros foram-me oferecidos pela JB Comércio Global)

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O Homem de Giz

por Magda L Pais, em 03.05.19

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O Homem de Giz de C J Tudor

Tradução: Victor Antunes

ISBN: 9789896579937

Editado em 2018 pela Editorial Planeta

Sinopse

O livro de estreia de C. J. Tudor é um thriller com uma atmosfera densa e viciante que se passa em dois registos, em 1986 e nos nossos dias.

A história começa em 1986 e, após um hiato de trinta anos, o passado surge para transformar a vida de Eddie.

As influências de Stephen King e o toque de Irvin Welsh, conferem ao livro não só um tipo de narrativa diferente como um suspense ao limite.

O que contribui para que a história tenha um desfecho muito real e chocante.

O Homem de Giz conta-nos a história de um grupo de crianças, não poupando nos pormenores sociais onde estão inseridas e em como as influências de famílias disfuncionais contribuem para exacerbar o imaginário infantil.

A história começa quando aos doze anos Eddie e os amigos tiveram contacto com o misterioso Homem de Giz. Uma personagem central na trama e Eddie será assombrado por ela.

As estranhas figuras de giz conduzem Eddie e os amigos a um cadáver de uma rapariga pouco mais velha que eles e esta descoberta irá marcámos para sempre. Tudo aconteceu há trinta anos, e Eddie convenceu-se de que o passado tinha ficado para trás. Até ao dia em que recebeu uma carta que continha apenas duas coisas: um pedaço de giz e o desenho de uma figura em traços rígidos.

À medida que a história se vai repetindo, Eddie vai percebendo que o jogo nunca terminou.

A minha opinião

Apesar de ter sido o livro sensação em 2018, só agora peguei nele. E apenas porque o encontrei em ebook gratuito.

Tento sempre afastar-me dos livros sensação. Salvo raríssimas excepções, só os leio depois da poeira assentar, quando sinto que não vou ser muito influenciada pela opinião dos outros.

O Homem de Giz é o romance de estreia de CJ Tudor e, portanto, quero acreditar que algumas das falhas que tem serão corrigidas nos livros seguintes.

 

A escrita não está má para um primeiro livro e, confesso, prende e entusiasma. A história é previsível, principalmente para quem já leu uma boa quota parte de livros do género - o que não é um bom cartão de visita num primeiro livro - mas está bem estruturada.

As personagens são consistentes e - principalmente o narrador - bem desenvolvidas e algumas descrições são pesadas. 

Ou seja, O Homem de Giz tem todas as características para um livro cinco estrelas. 

Só que, e aqui é que a coisa piora, a última parte do livro (talvez o último 1/4) é atabalhoado e até um pouco forçado, com pouca credibilidade, de tal modo que me faz baixar a classificação. Lerei o segundo livro desta autora daqui a uns tempos, pode ser que esteja melhor.

(leia aqui as primeiras páginas)

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