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A Cidade dos Anjos Caídos

por Magda L Pais, em 30.11.18

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A Cidade dos Anjos Caídos de Cassandra Clare

Caçadores de Sombras #4

Editado em 2013 pela Editorial Planeta

ISBN: 9789896572464

Lido em 2015

Sinopse

A Guerra Mortal acabou e Clary Fray está de regresso a casa, em Nova Iorque, entusiasmada com o que o futuro lhe reserva. Está em treino para se tornar uma Caçadora de Sombras e saber usar o seu poder único e a mãe casar-se com o amor da sua vida.
Os Habitantes-do-Mundo-à-Parte e os Caçadores de Sombras estão, finalmente, em paz. E, acima de tudo, Clary já pode chamar «namorado» a Jace.
Mas tudo tem um preço.
Anda alguém a assassinar os Caçadores de Sombras que pertenciam ao círculo de Valentine, provocando tensões entre os Habitantes-do-Mundo-à-Parte e os Caçadores de Sombras, o que pode levar a uma segunda guerra sangrenta. O melhor amigo de Clary, Simon, não pode ajudá-la. Descubra o porquê.

 

A minha opinião

Quando a guerra iniciada por Valentine acaba e Clary regressa a casa mas não à normalidade. Depois de tudo o que vivenciou, Clary não é uma adolescente normal e começa o seu treino como caçadora de sombras, achando que tudo está bem com ela, Jace, a pessoa que mais ama, e com os amigos Alec, Simon, Maia e Isabelle. Com Jocelyn finalmente livre da maldição e Luke a preparar o casamento de ambos, Clary não podia estar mais feliz.

Mas (e nestas coisas há sempre um mas), começam a morrer caçadores de sombras e ninguém sabem que os mata. Para ajudar um bebé é deixado no hospital para morrer e Jace tem pesadelos demoníacos. Simon, que tentou falar com a mãe sobre a sua nova condição de vampiro, é obrigado a sair de casa enquanto namora com Isabelle e Maia ao mesmo tempo.

E, se de repente, for o demónio mais antigo de sempre, tão velho quanto a marca de Caim, que está a provocar tudo isto?

Hoje aconteceu-me uma situação curiosa com este livro. Estava no banco à espera de ser atendida e estava a ler. Quando me chamaram tinha acabado de ler que Isabelle dizia a Simon: Temos de falar. Caramba! não se pode interromper um livro quando uma mulher diz para o seu namorado que tem de falar! Resultado, fui lendo enquanto esperava que o sinal, na passadeira, passasse para verde. Sim, tenho problemas, eu sei. E esta colecção não está a ajudar nada...

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A Cidade de Vidro

por Magda L Pais, em 23.11.18

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A Cidade de Vidro de Cassandra Clare

Caçadores de Sombras #3

Editado em 2013 pela Editorial Planeta

Lido em 2015

ISBN: 9789896570903

Sinopse

Para salvar a vida da mãe, Clary tem de ir à Cidade de Vidro, o lar ancestral dos Caçadores de Sombras - não a incomoda que a entrada nesta cidade sem autorização seja contra a Lei e que violá-la possa significar a morte. Piorando mais a situação, ela vem a saber que Jace não a quer lá e que Simon foi encarcerado na prisão pelos Caçadores de Sombras que suspeitam de um vampiro que tolera a luz do Sol. Ao tentar descobrir mais pormenores sobre o passado da sua família, Clary encontra um aliado no misterioso Sebastian. Com Valentine a reunir toda a força do seu poder para destruir de uma vez por todas os Caçadores de Sombras, a única possibilidade de estes o derrotarem é combater ao lado dos seus eternos inimigos. Mas podem os Habitantes do Mundo-à-Parte e os Caçadores de Sombras pôr de lado o seu ódio mútuo e aliarem-se? Embora Jace compreenda que está pronto a arriscar tudo por Clary, poderá ela utilizar os seus poderes recentes para ajudar a socorrer a Cidade de Vidro - custe o que custar? O amor é um pecado mortal e os segredos do passado provam ser letais quando Clary e Jace enfrentam Valentine no último volume da trilogia Os Instrumentos Mortais - obra que figura na lista de sucessos literários do New York Times. Caçadores de Sombras é o título da trilogia que começa com A Cidade dos Ossos, com uma fantasia urbana povoada por vampiros, demónios, lobisomens, fadas, e que é um autêntico romance de acção explosiva.

A minha opinião

É oficial. Estou viciada nos caçadores de sombras. Obrigadinha Neurótika (só te perdoo por causa dos ebooks que disponibilizaste no teu blog).

Jace, Simon, Clary, Alec, Luke e Isabelle são agora os meus companheiros de viagem. Sim, um é vampiro, o outro lobisomem e temos quatro caçadores de sombras. Certo. Qual é o problema? vão dizer-me que não sei escolher a companhia?

Fora de brincadeiras, a verdade é que, de facto, esta trilogia (de seis livros...) é mesmo viciante. Todos os bocadinhos livres são poucos para a ler. Hoje dei por mim, na conservatória do registo predial, aborrecida porque fui logo atendida assim que cheguei... Enfim, coisas que só um leitor compulsivo entende.

Quando Madeleine explica a Clary o que deverá fazer para salvar a mãe, Clary não hesita e convence Jace a levá-la a Idris para que, em Alicante, encontre o feiticeiro que tem, na sua posse, o Livro Branco onde está o feitiço que Jocelyn bebeu bem como o seu antídoto. Mas nada na vida de Clary é simples nem corre como planeado e, de repente, Clary está em Idris mas sem Jace ou Alec. E Simon, o seu amigo Simon, que agora é vampiro também lá está, chamando a atenção para si por ser o único vampiro capaz de suportar a luz do Sol.

Pelo meio a Clave está sobre ameaça de Valentine e só uma forte união entre os caçadores de sombras e os habitantes do mundo à parte pode salvar Alicante e os caçadores. Será que todos estarão dispostos a deixar que as diferenças os unam? e porque é que Clary sente que reconhece Sebastian sem nunca o ter visto antes?

Este deveria ter sido o último livro desta trilogia mas, por razões que desconheço, a autora escreveu mais três. Por mim, encantada, vou pegar já no quarto para não deixar arrefecer o lugar.

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Sangue Asteca

por Magda L Pais, em 16.11.18

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Sangue Asteca - Vol. 2 de Gary Jennings

Editado em 2008 pela Saída de Emergência

ISBN: 9789728839949

Lido em 2015

Sinopse

Em 1530, depois de Hernán Cortés quase extinguir o povo Asteca, o Rei de Espanha, ordena ao bispo do México que lhe faculte informação acerca dos costumes do povo Asteca. O bispo, Frei Juan de Zumárraga, redige um documento baseado no testemunho de um ancião. Um homem humilde e submisso que vai chocar a moralidade e os preconceitos do mundo civilizado. O nome dele é Mixtli – Nuvem Obscura.

Após Orgulho Asteca, Mixtli, o mais robusto e memorável de todos os Astecas, continua o relato da sua vida em Sangue Asteca. Mixtli já não é um jovem inocente. A sua infância, as suas viagens e batalhas, a perversidade da corte e os amores perdidos fizeram de Mixtli um homem marcado pelas cicatrizes de uma vida atribulada e muitas vezes trágica. O realismo e o desfecho deste maravilhoso livro, contam uma história que o leitor jamais irá esquecer.

A História de Mixtli é, em grande parte a história do próprio povo Asteca: épica e de uma dignidade heroica. Este é o princípio e o fim de uma colossal civilização.

A minha opinião

Depois de ler Orgulho Asteca as expectativas estavam bastante elevadas para o Sangue Asteca, onde continuei a acompanhar a vida de Mixtli e, ao mesmo tempo, a ascensão e queda dos Astecas, essa mítica e avançada civilização que foi esmagada – literalmente – pelos espanhóis, fosse através da brutalidade de Cortés, da estupidez de Moctezuma ou (mais importante) pelas doenças do chamado mundo civilizado para as quais os Astecas não tinham qualquer defesa.

Não me desiludi. Este segundo livro, tão intenso como o primeiro, é igualmente sangrento, violento e escabroso como primeiro. E igualmente fabuloso. Tanto que ambos – primeiro e segundo volume – saltaram para o topo dos topos das minhas preferências.

Mixtli conta-nos, neste volume, como foi o seu início de vida de casado com a mulher Chachapoya por quem se apaixonou, à revelia do Povo Belo – que não aceitavam o casamento de membros da sua raça com pessoas de outra raça porque isso podia levar a que nascessem crianças feias – e a viagem que ambos fizeram de regresso a casa, à capital do Mundo Único.

É pelos olhos de Mixtli que conhecemos as diversas tribos e civilizações que viveram na época dos Astecas já que ele viaja por todo o lado a pedido de Moctezuma. E é por conhecer tão bem todas as tribos e várias linguagens que Mixtli é enviado para conhecer os homens brancos que aparecem perto dos Maias, até para perceber se seriam homens ou Deuses.

Ao longo de todo este volume vamos percebendo que, se calhar, o mundo civilizado não conquistou o México aos Astecas, mas que se passou mais ao contrário. Sim, é verdade que os Astecas faziam sacrifícios humanos, mas talvez fosse esse o único ponto em que eram menos civilizados. E digo isto porque uma das coisas que os espanhóis mais estranharam quando lá chegaram foram… os sanitários. Sim, os Astecas já tinham sanitários, quer nas casas dos nobres quer nas praças para que todos pudessem utilizar. E eram bastante asseados, ao contrário dos “conquistadores” que tomavam banho… quando chovia e mesmo assim porque eram obrigados.

Percebemos também, com este romance, que a conquista não aconteceu apenas porque os espanhóis tinham armamento superior mas sim por inépcia de Moctzuma II que, ao arrepio dos conselhos dos seus nobres, sempre quis honrar a amizade que achava que o Cortez tinha para com ele. E porque uma asteca, Malinche, uma escrava que tinha sido oferecida a Cortez como prova de boa vontade, lhe denunciava todas as tentativas dos Astecas se revoltarem

E foi essa inépcia, a traição de Malinche bem como a cólera, o sarampo, a varicela, e outras doenças que tais, que levaram ao quase extermínio dos astecas. Sobreviveram aqueles que se converteram ao cristianismo (muitos sem o perceberem), mas as suas fantásticas cidades foram todas arrasadas pela armada espanhola, nuns casos por vingança noutros em busca do lendário ouro dos Astecas.

O livro termina, ironicamente, com a morte de Mixtli às mãos da Igreja Católica, como herege, sendo a forma escolhida para a sua morte muito mais violenta que qualquer um dos sacrifícios humanos que os astecas praticavam. É o próprio Mixtli que a descreve quando conta como morreram os primeiros astecas que tinham desafiado Cortez, o que nos deixa a pensar, afinal quem era mais selvagens?

Até à leitura destes dois livros, Gary Jennings era um perfeito desconhecido para mim. Hoje é um autor que quero continuar a descobrir.

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Orgulho Asteca

por Magda L Pais, em 09.11.18

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Orgulho Asteca de Gary Jennings

Editado em 2007 pela Saída de Emergência

ISBN: 9789728839932
Lido em 2015
 
Sinopse
Era uma vez... a mais poderosa e fascinante civilização...
Este é considerado pela crítica mundial, como o melhor romance histórico sobre a desaparecida civilização Asteca e um dos melhores romances históricos do Séc.XX. Gary Jennings, mudou-se para o México e durante 12 anos investigou e viveu apenas para a sua criação: o Asteca, deixando-nos uma obra inesquecível. Gary era famoso por ser um dos escritores mais rigorosos e com mais trabalho de pesquisa por trás dos seus romances. Em 1530, depois de quase extinguir o povo Asteca pelas mãos de Hernán Cortés, o Imperador Carlos, Rei de Espanha, pede ao bispo do México que lhe faculte informação acerca da vida e dos costumes do povo Asteca. O bispo, frei Juan de Zumárraga, decide redigir um documento, baseado no testemunho de um ancião. Um homem humilde e submisso que vai chocar a moralidade e os preconceitos do mundo civilizado. O seu nome é Mixtli - Nuvem Obscura. Mixtli, um dos mais robustos e memoráveis astecas, relata com detalhe toda uma vida: a sua infância, a mentalidade e os costumes do seu povo, o sexo e a religião, a sua formação e os seus amores, sempre tormentosos e trágicos. Esta é a sua empolgante e maravilhosa história, que representa o choque entre civilizações com formas inconciliáveis de ver o Mundo. A História de Mixtli é, em grande parte, a história do próprio povo Asteca: épica e de uma dignidade heróica. Este é o princípio e o fim de uma colossal civilização.
 

A minha opinião

Há coisa de dois anos, na Feira do Livro de Lisboa, não resisti a uma promoção da Saída de Emergência e comprei um pack com este livro e a continuação, Sangue Asteca. Não me perguntem porquê, mas fui deixando os dois livros por ali sem lhes pegar. Cheguei a olhar para os dois e pensar que talvez tivesse feito asneira em os comprar porque não conhecia o autor. Mas há vinte dias atrás, e no meio dos quase 40 que tenho em fila de espera para ler, fiquei presa na lombada da capa deste livro e resolvi que tinha chegado o momento. Vinte dias depois posso dizer que estou muito arrependida de não o ter lido logo que cheguei a casa com eles.

Sempre senti um grande fascínio pelas civilizações Asteca e Maia - aliás, entre outras razões, a minha opção pela altura em que fiz a viagem de finalistas da faculdade, foi que a viagem ia ser a Cancún, o que me permitiria - a bem ou a mal - visitar algumas cidades maias.

Sobre o livro terei de dizer que não é para ser lido de animo leve nem por quem espera uma leitura soft. A civilização asteca tinha tradições deveras violentas, descritas, ao pormenor neste volume. É preciso entender um pouco do espírito dos Astecas para entender que, para eles, nenhuma daquelas tradições era violenta. Para os Astecas (assim como para os Maias) a morte não era um castigo, era um prémio dado aos melhores. Na sua grande maioria, as pessoas sacrificadas nas cerimónias, eram-no voluntariamente. E sabiam que, após a sua morte, seriam o alimento dos sacerdotes e de quem tinha assistido. Essa era a forma de continuarem vivas. Quanto os sacrificados eram os soldados inimigos capturados nas guerras, o primeiro a ser sacrificado era o que detinha o posto mais alto ou o que tivesse combatido mais ferozmente - era esse o prémio e que aceitavam com alegria. Quando era necessário o sacrifício de crianças, estas eram compradas a famílias escravas e tratadas, nas semanas antes, com todos os mimos dados aos filhos dos nobres, e só depois eram sacrificadas. Enfim, não vou entrar em mais detalhes sob pena de vos afastar da leitura deste meu texto, como, em certos momentos, tive de o fazer em relação ao livro. Sim, porque este livro é escabroso, violento, sangrento e muito realista. 

Neste primeiro livro ficamos ainda a saber que há muitas semelhanças entre partes da religião asteca e a religião católica. O Primeiro Casal - nos astecas - poderá ser Adão e Eva para os católicos, por exemplo. De uma forma ainda indelével, até porque este livro retrata a vida de Mixtli antes da ocupação espanhola, ficamos ainda a conhecer a destruição que os espanhóis espalharam por todo o México - destruição de templos, cidades e duma civilização.

Se me pedirem que vos defina este livro numa só palavra, terei de inventar uma - fabulástico! é mesmo a única forma de o descrever. Dos livros que li este ano é, seguramente, o melhor (até agora). E agora desculpem a saída brusca mas vou já pegar no Sangue Asteca, o segundo volume.

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A Cidade das Cinzas

por Magda L Pais, em 02.11.18

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A Cidade das Cinzas de Cassandra Clare

Caçadores de Sombras #2

Editado em 2013 pela Editorial Presença

ISBN: 9789896570620

Lido em 2015

Sinopse

Clary Fray só queria que a sua vida voltasse ao normal. Mas o que é normal quando és um Caçador de Sombras? A tua mãe está em estado de coma induzido por artes mágicas, e de repente começas a ver lobisomens, vampiros e fadas? A única hipótese que Clary tem de ajudar a mãe é pedir ajuda ao diabólico Valentine, que, além de louco, simboliza o Mal - para piorar o cenário também é seu pai.

 

A minha opinião

Depois de ler A Cidade dos Ossos não descansei enquanto não tive, nas mãos, os restantes livros desta autora. Na Wook estavam com o preço entre os 17 e os 19 euros e eu, com cento e pouco livros para ler, não me apetecia comprar mais e muito menos comprar 9 livros seguidos a esses preços. Por outro lado queria mesmo ler estes livros (problemas de quem gosta de ler, que se pode fazer?). Acabei por os conseguir a 10 euros cada, no facebook, num dos grupos de venda de livros usados e por isso já os tenho cá em casa.

Não é fácil falar no segundo livro duma série (ainda para mais neste caso com o problema acrescido uma vez que são seis os livros da colecção Caçadores de Sombras) mas vamos tentar.

A vida de Clary sofreu uma reviravolta e das grandes. De repente descobre que a mãe era Caçadora de Sombras, que o pai não morreu e que é louco e o malvado Valentine que todos os caçadores de sombras temem e que o rapaz por quem se apaixonou é, afinal, seu irmão. Como se não bastasse este cenário, a mãe está em coma e não se consegue acordar, vampiros, demónios e fadas são realidade, Luke, o melhor amigo da mãe é um lobisomem e ela própria tem poderes que desconhece. A única coisa que se mantêm estável é Simon, o seu melhor amigo.

Ou então não.

Clary e Jace têm de escolher. E rapidamente. Tem de escolher manterem-se fiéis à Clave e à sua luta contra Valentine e os demónios ou se preferem a via mais fácil e juntar-se ao pai.

Intenso, bem escrito e viciante. Estes são apenas alguns dos adjectivos que me vêm à cabeça quando penso no que escrever sobre este livro. Mais uma vez cheguei atrasada aqui e ali porque estava embrenhada no livro de tal modo que não dei pelo tempo passar. Assim vale a pena.

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