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Uma paixão chamada livros 26/40

por Magda L Pais, em 07.03.16

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Género literário favorito

Esta pergunta é estranha... No meu caso só não aprecio livros técnicos. Tirando isso, leio bem qualquer género literário. No entanto, e acho que já se percebeu, se eu tiver um policial e um livro de fantasia, primeiro leio o de fantasia. Se tiver uma biografia e uma fantasia... leio primeiro o de fantasia. Se tiver uma distopia e uma fantasia... ah, não, neste caso não funciona porque as distopias acabam por ser fantasias e portanto ficam empatados.

Acho que se percebe (até pelo meu top 5 das escritoras) que fantasia é o género mais apreciado. Mas não é, claramente, o único que leio. Só me mantenho longe, muito longe, dos livros técnicos.

 

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Uma paixão chamada livros 25/40

por Magda L Pais, em 04.03.16

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Top 5 das escritoras favoritas

Marion Zimmer Bradley

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Polémicas à parte, é uma das minhas autoras favoritas pelas Brumas de Avalon mas também por todos os outros livros que tive oportunidade de ler desta escritora. Esquecemos-nos que estamos a ler ficção e entramos de alma e coração na ficção que ela cria magistralmente.

Anne Bishop

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Gostar de fantasia e não conhecer Anne Bishop é um crime quase com direito a prisão perpétua. Algumas das suas personagens são tão reais que quase que esperamos encontrá-las aqui ou ali. E sim, as suas obras são sempre acompanhadas do mapa do mundo que nasce na sua imaginação para nosso gáudio. Excepto numa trilogia em que o mundo mudava de sítio consoante a pessoa queria. Fantástico!

Juliet Marillier

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Mais uma descoberta por acidente. Há uns anos atrás comprei um livro desta autora (não me recordo o nome) e, dai para a frente, leio tudo o que publica. Os seus romances do fantástico tem, na maior parte dos casos, personagens reais, sendo conjugada a realidade e a ficção de uma forma de tal modo excepcional que ficamos na dúvida se foi mesmo assim que se passou. Sevenwaters é, talvez, a melhor série mas não a única que vale a pena ler.

Robin Hobb

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Mais uma autora do fantástico (nota-se muito que sou fã deste género literário?). A Saga do Assassino e o Regresso do Assassino, 11 livros extraordinários que li de seguida. Mais uma autora que devia ter mais livros editados em Portugal.

J. K. Rowling/Robert Galbraith

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Dispensa apresentações. Harry Potter e o seu mundo extraordinário, Morte Súbita e detective Cormoran Strike são razões mais que suficientes para esta autora ter o seu lugar de destaque.

E sim, sim, vou acrescentar um sexto nome:

Paloma Sánchez-Garnica

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A Alma das Pedras e A Brisa do Oriente. Dois livros extraordinários, ambos são autênticos manuais de história e que nos levam a passear pelo passado, como se lá estivéssemos.

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Uma paixão chamada livros 24/40

por Magda L Pais, em 03.03.16

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Top 5 dos escritores favoritos

Ken Follett

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Porque este escritor não se limita a imaginar e escrever. Todos os seus livros tem um trabalho fantástico de investigação por detrás. É o próprio que explica como, em cada livro, traça a linha divisória entre a história e a ficção:

A regra que aplico é a seguinte: Ou a cena aconteceu, ou poderia ter acontecido; ou as afirmações foram feitas, ou poderiam ter sido feitas. E se encontrar alguma razão que impeça que a cena tivesse ocorrido na vida real, ou que uma dada afirmação tivesse sido feita - se, por exemplo, uma personagem se encontrava no estrangeiro nesse momento - elimino-a.

E é esta regra simples, conjugada com a qualidade da escrita que já me habituei com Ken Follett que o tornam num dos meus escritores favoritos.

John Grisham

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Descoberto por recomendação dum vendedor na Feira do Livro de Sesimbra. Por norma não ligo nenhuma às pseudorecomendações que aparecem de outros autores ou na contra capa, feitas por outros autores ou jornais. Mas num dos livros que li deste escritor dizia assim "tenha cuidado se for a ler Os Litigantes no autocarro, pois poderá perder a sua paragem" - Independent. Bem, na verdade, não perdi a paragem do autocarro. Mas perdi a do metro...

 

João Pinto Coelho

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Finalista do prémio Leya com o seu romance de estreia Perguntem a Sarah Gross, conseguiu, com apenas este livro, entrar para o meu rol de autores favoritos. Venham de lá mais livros, arranjarei, com certeza, espaço nas mui ocupadas estantes lá de casa para o ter. É um autor que me apetece!

Gary Jennings

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Com apenas dois livros editados no nosso país (o que é lamentável) Gary Jennings é um autor que subiu rapidamente ao topo das minhas preferências com O asteca. Aliás, este livro (dividido em dois volumes em Portugal) é considerado como uma obra de referência para quem quer entender o Povo Asteca e a sua ascensão e queda. Espero, sinceramente, que um dia alguma editora opte por editar os outros livros que escreveu porque os seus leitores o merecem.

José Rodrigues dos Santos

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José Rodrigues dos Santos tem o dom de saber explicar, nos seus livros, coisas complicadas de forma simples e perceptível ao comum dos mortais. Um dos últimos livros que li dele, A Mão do Diabo, é dado, ao leitor, a possibilidade de perceber os meandros e as razões da crise económica que teima em passar e cuja responsabilidade é de todos nós.

E sim, tenho mesmo mesmo de acrescentar um sexto autor...

Gabriel García Márquez

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Por Cem anos de Solidão, Ninguém Escreve ao Coronel, Amor nos Tempos de Cólera, Crónica de uma Morte Anunciada, os Contos completos, e O Outono do Patriarca.

 

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Uma paixão chamada livros 23/40

por Magda L Pais, em 02.03.16

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Considerando que o primeiro livro da tua estante é a letra A, o segundo a letra B e por ai adiante, tira o livro correspondente à primeira letra do teu nome. Depois abre na página correspondente à soma do mês e dia em que nasceste. Qual é o quarto parágrafo?

Letra M. O livro correspondente a esta letra é A Alma das Pedras de Paloma Sánchez-Garnica.

Dia 26 do mês 11, logo será a página 37

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- há que procurar, Mabilia. É preciso olhar, observar... O meu pai, por exemplo, deixa nas pedras marcas com que pretende perpetuar as suas próprias mensagens. É uma forma de escrever...

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Uma paixão chamada livros 22/40

por Magda L Pais, em 01.03.16

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Melhor citação (descrição)

É, sem dúvida, um livro excepcional que já provocou algumas insónias em quem o leu. Cheio de reviravoltas e de surpresas, tem o melhor epílogo que alguma vez li:

Um bom livro, Marcus, não se mede apenas pelas últimas palavras, mas pelo efeito colectivo de todas as que a precederam. Cerca de meio segundo depois de terminar o livro, depois de ler a última palavra, o leitor deve sentir-se dominado por um sentimento poderoso; por um instante, só deve pensar em tudo o que acaba de ler, olhar para a capa e sorrir com uma ponta de tristeza porque vai sentir a falta das personagens. Um bom livro, Marcus, é um livro que lamentamos ter acabado de ler.

Mas ainda:

As conversas entre amigos são contínuas. Ainda que fiquem anos apartados retomam-nas sempre no ponto em que ficaram, empenhando a experiência adquirida no entretanto. As grandes amizades não carecem de comunicação constante e ininterrupta, podem mesmo não dizer nada um ao outro entre encontros que quando se tornam a ver a sensação é a de que se tinham visto no dia anterior. O dia anterior em certas amizades podia ter sido há três anos e meio.

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