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A depressão nas páginas dum livro

por Magda L Pais, em 20.06.16

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 In Furiosamente Feliz - Um livro divertido sobre coisas horríveis de Jenny Lawson

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Ao meu avô

por Magda L Pais, em 16.06.16

A ternura do seu riso não me sai da memória. Bem como a sua exigência. Nem o seu modo de andar e a sua eterna elegância. (...)

Glória a ti, meu avô amado. Fica sabendo que fazes falta cá em baixo. Gosto de pensar que estás a olhar para mim aí de cima e que acompanhas o meu percurso com uma mescla de diversão e emoção. (...)

Estou-te grato por tudo o que me deste. Descansa em paz.

 

in O Livro dos Baltimore de Joël Dicker

e dedicado também ao meu avô Manuel

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Os sonhos

por Magda L Pais, em 16.06.16

só temos uma vida, Alexandra! Uma vida curtíssima! não gostarias de a usar para realizares os teus sonhos em vez de ganhares mofo naquela universidade tonta? Sonha, e sonha em grande! Só os maiores sonhos sobrevivem. Os outros são apagados pela chuva e levados pelo vento.

 

in O Livro dos Baltimore de Joël Dicker

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O sonho mantém-nos vivos

por Magda L Pais, em 07.06.16

- A ilusão do sonho, 'tás a ver? o sonho mantém-nos vivos. Aqueles que sonham não morrem porque nunca desesperam. Sonhar é esperar. O Grenouille morreu porque já não tinha o mais pequeno sonho.

- Não digas isso, paz à sua alma.

- Paz à sua alma, como queiras, mas é a verdade. No dia em que deixares de sonhar, mesmo que sejas o homem mais feliz do mundo, podes enfiar o cano de uma pistola na boca.

(...)

- Mas sei que vivo porque sonho todos os dias.

 

In Os Últimos Dias dos Nossos Pais de Joël Dicker

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Livros são um escape

por Magda L Pais, em 19.04.16

Sara estava convencida de que a maioria das pessoas que alguma vez pensava nela achava que os livros lhe serviam de escape.

E talvez fosse verdade. Logo no liceu, percebera que poucas pessoas prestavam atenção a quem tivesse o nariz enfiado num livro. De vez em quando, Sara tivera de levantar o olhar para se desviar de uma régua ou de um manual escolar que voava pelos ares, mas, habitualmente, não tinham sido atiradas para ela em particular, e não costumava ficar sem saber em que parte do livro ia. Enquanto os seus colegas martirizavam os outros ou eram, eles próprios, atazanados, inscreviam símbolos sem significado nos tampos das secretárias ou rabiscavam os cacifos uns dos outros, ela viver paixões avassaladoras, morte, gargalhadas, terras distantes, dias perdidos. Os ouros poderiam achar-se encalhados num velho liceu em Haninge, mas ela fora uma geisha no Japão, deambulara lado a lado com a última imperatriz da China entre as quatro paredes dos claustrofóbicos aposentos na Cidade Proibida, crescera com a Ana dos Cabelos Ruivos, cometera uma boa dose de homicídios e amara e sofrera uma e outra vez.

Os livros tinham constitutivo uma defesa, sim, mas não era só isso. Tinham protegido Sara do mundo à sua volta ,as também o tinham transformado num difuso pano de fundo para as verdadeiras aventuras existentes na sua vida.

in A Livraria dos Finais Felizes de Katarina Bivald

 

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