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A Promessa de Kushiel

por Magda L Pais, em 07.05.18

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A Promessa de Kushiel de Jacqueline Carey

Kushiel #4

ISBN: 9789896373153

Editado em 2011 pela Saída de Emergência

Sinopse

Uma grande história de amor, intensa espiritualidade, alto erotismo, e muita aventura, intriga e manejo de espada. Phèdre está presa e na iminência de se entregar à morte. Mas os deuses ainda não deram a sua missão por terminada... Um golpe do destino restitui-lhe a liberdade, e a misericórdia permite-lhe sobreviver a uma morte quase certa. Mas, embora a traição que pesa sobre o trono de Terre d´Ange tenha o seu desfecho iminente, Phèdre vê-se empurrada para longe da sua pátria, para terras desconhecidas e múltiplos perigos... Desespero, dor, traição, expiação... mas também prazer, júbilo, amizade e redenção. Cativa em terra estrangeira, sem o seu Companheiro Perfeito e os seus chevaliers, todos parecem querer impedi-la de salvar a sua rainha da ameaça que sobre ela paira.

Mas, escrevendo direito por linhas tortas como fazem os deuses, Naamah, Kushiel, Cassiel e Asherat-do-Mar parecem conspirar para um culminar dramático em La Sereníssima. Triunfarão a honra e a justiça sobre as forças de cobiça e ambição? Logrará Phèdre denunciar os traidores que ameaçam Terre d´Ange e trazer a paz de novo à sua amada pátria? E ao seu coração atormentado?

A minha opinião

Rendida. De tal modo rendida a esta série que comecei este livro ontem de manhã, ao pequeno almoço e não me deitei enquanto não o acabei. Felizmente para a minha sanidade mental, A Promessa de Kushiel termina um ciclo, com algumas dúvidas pendentes, claro mas com quase tudo arrumado. E isto porque estou à espera da encomenda que fiz dos dois últimos volumes que, espero eu, cheguem hoje!

Felizmente também para mim, a Saída de Emergência dividiu dois livros em quatro. As minhas costas e os meus ombros agradecem. A carteira não tanto mas adiante. A saúde em primeiro.

Lembram-se ainda de vos ter dito, quando li O Dardo de Kushiel que estes livros são uma mistura de Guerra dos Tronos e 50 Sombras, mas em muito bom? Ao fim do quarto livro, mantenho a mesma ideia. Claramente melhor que A Guerra dos Tronos. Sobejamente melhor que 50 Sombras.

Histórias sempre surpreendentes, personagens perfeitas. Os bons a fazerem o mal, os maus a serem bons. As surpresas nunca terminam, até quase à última página. E Phèdre, marcada pelos Deuses, a desenrolar as tramas e a evitar que as desgraças aconteçam. 

A escrita de Jacqueline Carey é extraordinária. Faz-nos viajar até às terras que descreve, faz-nos saborear cada momento, que nos faz render à sua escrita.

Tenho pena que não haja mais livros em português desta autora, confesso. Acalento a esperança que a Saída de Emergência edite mais livros dela e que, no festival Bang de 2019, Jacqueline Carey seja a convidada (já que, em 2018, será um outro monstro do fantástico, Robin Hobb) (não custa pedir, não é?)

Leia aqui as primeiras páginas

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A Eleita de Kushiel

por Magda L Pais, em 07.05.18

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A Eleita de Kushiel de Jacqueline Carey

Kushiel #3

ISBN: 9789896372620

Editado em 2010 pela Saída de Emergência

Sinopse

Terre d’Ange é um lugar de beleza sem igual. Diz-se que os anjos deram com a terra e a acharam boa… e que a raça resultante do amor entre anjos e humanos se rege por uma simples regra: ama à tua vontade. Phèdre nó Delaunay foi vendida para a servidão em criança. O seu contrato foi comprado por um fidalgo, o primeiro a reconhecê-la como alguém atingido pelo Dardo de Kushiel, eleita para toda a vida experimentar a dor e o prazer como uma coisa só. Ele adestrou Phèdre nas artes palacianas e nos talentos de alcova — e, acima de tudo, na habilidade de observar, recordar e analisar.

Quando tropeçou numa trama que ameaçava os próprios alicerces da sua pátria, ela abriu mão de tudo o que lhe era mais querido para salvá-la. Sobreviveu, e viveu para que outros contassem a sua história, e se eles embelezaram o conto com tecido de mítico esplendor, não ficaram muito aquém da realidade. As mãos dos deuses pousam pesadamente sobre a fronte de Phèdre, e ainda não deram a sua missão por terminada. Embora a jovem rainha que jaz sentada no trono seja bem amada pelo povo, há quem creia que outro deveria usar a coroa… e aqueles que escaparam à ira dos poderosos ainda não acabaram as suas tramas de poder e vingança.

A minha opinião

Estou conquistadíssima por esta saga. Tremo de pensar que este é o livro do meio. Qual Guerra dos Tronos, qual quê, Kushiel é bastante superior, muito mais interessante, mais intriga, escrito de uma forma bastante mais agradável, com personagens ricas e fortes, muito bem construidas e com as quais criamos empatia com relativa facilidade. 

A Eleita de Kushiel continua a ser um poço de surpresas. Ninguém é exactamente aquilo que aparenta às primeiras páginas e as surpresas estão ao virar de cada página. Dificilmente conseguimos prever o que se vai passar a seguir. Excepto, talvez, no que respeita a Joselin e Phèdre (mas isso é tema para o quarto livro da série) mas até estes nos conseguem baralhar.

E a propósito... felizmente para mim, o quarto livro desta série estava lá em casa. O fim deste terceiro livro da saga obriga-nos a, de uma forma compulsiva, a largar tudo e a pegar no livro seguinte para sabermos mais. Infelizmente o sabermos mais implica também estar mais perto do livro final. 

Para já... bem, para já e como li o quarto livro num dia, vou agora escrever a opinião sobre ele.  Fiquem, entretanto, com as primeiras páginas deste livro.

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A Marca de Kushiel

por Magda L Pais, em 03.05.18

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A Marca de Kushiel de Jacqueline Carey

Kushiel #2

ISBN: 9789896372200

Editado em 2010 pela Saída de Emergência

Sinopse

Terre d’Ange é um lugar de beleza sem igual. Diz-se que os anjos deram com a terra e a acharam boa… e que a raça resultante do amor entre anjos e humanos se rege por uma simples regra: ama à tua vontade.

Para trás ficaram Terre d´Ange e as intrigas palacianas, a Corte das Flores da Noite, os amados Delaunay e Alcuin, os amigos, patronos e tudo o que para Phèdre evoca a palavra "casa"... Para trás ficaram também a herdade e a familiaridade da sua ternura tosca, a gentileza das suas mulheres e a beleza das suas cantigas... Diante de Phèdre abre-se agora a incógnita de um destino de cativeiro às mãos do cruel Waldemar Selig, no ambiente hostil da sua herdade e das suas gentes... O desvendar da ameaça que paira sobre Terre d´Ange, dos planos de um poderoso comandante e dos traidores d´Angelines. Pela pena de Phèdre, afrontamos o Mais Amargo Inverno através da vastidão skáldica. O retorno a Terre d´Ange e a oportunidade de salvar tudo o que lhe é mais querido.

Traição, guerra, desafio, imolação, amor e redenção. Logrará Phèdre fazer jus à Marca de Kushiel e concretizar esse sonho tão ansiado?

A minha opinião

Depois de reler O Dardo de Kushiel, peguei de imediato n'A Marca de Kushiel aproveitando, ao máximo, o tempo que estive nas Finanças e na Conservatória do Registo Predial (depois esbardalhei-me no meio da avenida mas isso é outra história).

Enquanto o primeiro livro tem mais cariz sexual (não sendo exactamente erótico mas deixando entrever o que não é dito, o que o torna ainda melhor), este segundo é mais político, com mais intrigas, guerras e conspirações, sempre com Phèdre e Joscelin no centro da acção, sendo que Phèdre nos guia por um sistema social e político que se poderia tornar confuso não fosse a mestria com que Jacqueline Carey o descreve - sem se alongar demasiado em descrições, criando empatia com as personagens e reforçando as ligações que se foram criando com o leitor no primeiro livro.

As personagens... criadas duma forma extraordinária, com fortes personalidades e fortes convicções, capazes, todas elas de nos inspirar todo o tido de sentimentos - carinho, ódio, simpatia e até uma ou outra risada. Todas bem construidas e credíveis, todas importantes para o desfecho final. E todas surpreendentes uma vez que o inesperado espreita a cada capitulo.

Ainda não vos convenci a ler esta saga? nem sabem o que perdem. Por mim estou rendida e, portanto, já estou a ler o terceiro volume. Entretanto, leiam aqui as primeiras deste volume e percam-se de amores por esta série.

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O Dardo de Kushiel

por Magda L Pais, em 02.05.18

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O Dardo de Kushiel de Jacqueline Carey

Kushiel #1

ISBN: 9789897101373

Editado em 2015 pelas Edições Chá das Cinco

Sinopse

TERRE D’ANGE é um lugar de beleza sem igual. Diz-se que os anjos deram com a terra e a acharam boa… e que a raça resultante do amor entre anjos e humanos se rege por uma simples regra: ama à tua vontade. Phèdre é uma jovem nascida com uma marca escarlate no olho esquerdo. Vendida para a servidão em criança, é comprada por Delaunay, um fidalgo com uma missão muito especial… Foi, também ele, o primeiro a reconhece-la como a eleita de Kushiel, para toda a vida experimentar a dor e o prazer como uma coisa só. Phèdre é adestrada nas artes palacianas e de alcova, mas, acima de tudo, na habilidade de observar, recordar e analisar. Espia talentosa e cortesã irresistível, Phèdre tropeça numa trama que ameaça os próprios alicerces da sua pátria. A traição põe-na no caminho; o amor e a honra instigam-na a ir mais longe. Mas a crueldade do destino vai levá-la ao limite do desespero… e para além dele. Amiga odiosa, inimiga amorosa, assassina bem-amada; todas elas podem usar a mesma máscara reluzente neste mundo, e Phèdre apenas terá uma oportunidade de salvar tudo o que lhe é mais querido.

A minha opinião

Levante a mão quem, desse lado, é fã da saga Guerra dos Tronos. Muito bem, cheguem-se lá ali para aquele lado.

Agora levante a mão quem, desse lado, é fã daquela coisa com ar de livros da saga 50 sombras. Okey, não estamos aqui para julgar ninguém, passem lá para o mesmo lado que os fãs da Guerra dos Tronos.

E fantasia? gostam também? então juntem-se também.

Muito bem, temos um grupinho jeitoso, sim senhor. E se eu vos dissesse que O Dardo de Kushiel mistura o melhor da Guerra dos Tronos e que, ao mesmo tempo, é as 50 Sombras em versão excelente? consigo a vossa atenção para este livro?

Já tinha lido este livro logo que saiu e agora tive de o reler para poder pegar nos últimos volumes da saga que comprei há coisa de ano e meio uma vez que já me lembrava de muito pouco. Portanto, neste primeiro livro, voltei ao contacto com Terra D’Ange, com a sua sociedade dividida em Casas, cada uma com as suas características especificas (quer em termos de aspecto físico quer em termos de orientação sexual) e com intrincadas relações políticas entre os vários ramos.

Toda a história é-nos contada por Phèdre, abandonada muito nova pelos pais numa das Casas, comprada mais tarde por Delaunay, a primeira pessoa a reconhece-la como marcada pelo Deus Kushiel. A primeira anguisette a nascer em várias gerações. E que significa isso? bem, é simples, significa que Phèdre sente dor e prazer como uma coisa só (lembram-se de vos ter dito que este é um livro bem melhor que as 50 sombras? pois, é precisamente por causa desta característica de Phèdre).

O Dardo de Kushiel, como primeiro livro da saga pode ser um pouco confuso ao inicio. Demasiadas casas, demasiados nomes, um mundo totalmente novo. Mas, aos poucos, vamos percebendo o mundo criado por Jacqueline Carey e vamos ficando presos à história, sem vontade de o largar. Portanto, vão-me desculpar sair assim à pressa mas vou ali num instante às Finanças buscar umas coisas e aproveito para ler mais umas páginas do segundo volume.

(leia aqui as primeiras páginas)

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O Meu Nome é Alice

por Magda L Pais, em 25.04.18

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O Meu Nome é Alice de Lisa Genova

ISBN: 9789892330211

Editado em 2013 pela Lua de Papel

Sinopse

O mundo de Alice é quase perfeito. É professora em Harvard, vive com o marido uma relação que resiste à passagem dos anos, às exigências da carreira, à partida dos filhos. E tem também uma mente brilhante, admirada por todos, uma mente que não falha… Um dia porém, a meio de uma conferência, há uma palavra que lhe escapa. É só uma palavra, um brevíssimo lapso. Mas é também um sinal, o primeiro, de que o mundo de Alice começa a ruir.

Seguem-se as idas ao médico, as perguntas, os exames e, por fim, a certeza de um diagnóstico terrível. Aos poucos, quase sem dar por isso, Alice vê a vida a fugir-lhe das mãos. Ama o marido intensamente, ama os filhos, e todos eles estão ali, à sua volta. Ela é que já não está, é ela que se afasta, suavemente embalada pelo esquecimento, levada pela doença de Alzheimer.

O Meu Nome É Alice é a narrativa trágica, dolorosa, de uma descida ao abismo. É o retrato de uma mulher indomável, em luta contra as traições da mente, tenazmente agarrada à ideia de si mesma, à memória da sua vida, à memória de um amor imenso.

A minha opinião

Já sabem, não sou de modas. Não leio o livro que todos estão a ler e não vejo o filme que todos viram. Nem sequer me visto com as roupas mais modernas. Por isso, só este ano comprei este livro e só ontem é que o li. E sim, leram bem, li ontem. Comecei de manhã, no caminho para o trabalho, li à hora de almoço e enquanto estava nas Finanças e depois, quando cheguei a casa, sentei-me neste meu cantinho

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e só o fechei quando li a última página...

O Meu Nome é Alice é um livro que surpreende. Não pelo final, que é desenhado logo que o diagnóstico acontece mas porque acompanhamos a degradação pelo lado do doente com Alzheimer. A angústia, a noção do futuro, a perda de capacidades. O Meu Nome é Alice deixa-nos angustiados porque nos identificamos com Alice. Queremos, como Alice

Mais dias soalheiros com vinte graus e cones de gelado.

Mesmo que não estejamos doentes...

O Meu Nome é Alice mostra-nos que, infelizmente, a doença de Alzheimer é um doença silenciosa, que não é exclusiva de velhotes e não pode ser prevenida, combatida ou vencida. E, apesar de ser uma doença diagnosticada, é uma doença que envergonha.

Desejou ter cancro em vez de Alzheimer. Trocaria a Alzheimer por um cancro sem hesitar. (...) Com cancro, ela teria algo que podia combater. Havia cirurgia, radiação e quimioterapia. Havia a possibilidade de poder vencer. A sua família e a comunidade de Harvard unir-se-iam no apoio à sua batalha, que seria considerada nobre. E, mesmo que acabasse por ser derrotada, poderia olhá-los nos olhos, conscientemente, e despedir-se antes de partir.

(...)

Quem tinha cancro podia esperar o apoio da comunidade. Alice esperava ser marginalizada. (...) Ela não queria ser alguém que as pessoas evitavam e a quem temiam.

O Meu Nome é Alice também nos transmite a importância da família, principalmente da família, no diagnóstico. Aquilo que a nós pode passar por um esquecimento pontual, pode significar algo mais sério. Afinal, convenhamos, se estamos a ficar esquecidos, não somos exactamente a fonte mais fiável dos esquecimentos que tivemos.

Curiosamente, este livro mexe com as nossas emoções sem que, no entanto, seja emotivo ou lamechas. A empatia que criamos com Alice e a sua família é conseguida de forma fabulosa precisamente porque acompanhamos Alice e não os seus filhos ou o seu marido. Confesso que a parte que mais custou ler foi quando todos vão ver a peça que Lydia, a filha mais nova, protagoniza. Após a peça, quando Lydia chega ao pé da família, Alice não a reconhece e é preciso que Anna, a filha mais velha lhe diga:

- Mamã, esta é a Lydia, a tua filha

Este é o maior receio de Alice. Perder a capacidade de reconhecer quem mais ama. E não será também o meu e o vosso? Quem somos nós sem os que amamos? Este livro é brilhante na capacidade de nos obrigar a pensar como Alice, a por-nos no seu lugar. Os seus medos e receios, a sua luta, acaba por ser a nossa também. Naquele momento e nos momentos que se seguem. Porque O Meu Nome é Alice é, sem dúvida, um livro que marca, que irá resistir na mente de quem o leu. Que nos prepara para o que nos poderá acontecer se um dia, tal como Alice, formos diagnosticados com a doença de Alzheimer. E, nessa altura, para além de tudo o resto, quereremos também:

ler todos os livros que conseguisse antes de deixar de saber ler

(leia aqui as primeiras páginas)

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