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Erotismo na literatura

por Magda L Pais, em 24.09.15

Por nenhuma razão especial, lembrei-me de falar sobre a questão dos livros eróticos. Não, descansem as mentes, não li as sombras e, com tanto bom livro que ainda tenho para ler, quase que posso afirmar que não os irei ler alguma vez.

Essa minha aversão às sombras não tem muito a ver com a questão do erotismo lá presente. Confesso que as partes do livro que li (e sim, podem estar retiradas do contexto) me parecem mais pornografia que erotismo - e nem vou aqui falar do aparente endeusamento da violência psicológica que o livro vende (é o que me parece, mais uma vez, do que li e do que ouvi).

Voltemos ao erotismo. Quando a descrição de actos sexuais aparece nalgum livro não sou aquela menina pudica que avança umas páginas. Leio, gosto e aprecio. Erotismo e literatura combinam na perfeição. Não precisam de recorrer a calão e é desnecessário descrever cruamente o acto. Porque é aqui que reside a grande diferença entre erotismo e pornografia.

Para mim, e ressalvo que se trata apenas da minha opinião enquanto leitora, desde que os livros ou os excertos sejam eróticos, não tem qualquer problema. Eu, como leitora, quero é encontrar algo que possa ler, com qualidade e que seja uma mais valia para mim, independentemente do tema que se aborde.

Não será assim para todos leitores?

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