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Compra de livros escolares

por Magda L Pais, em 31.08.17

Como contei aqui, tem sido uma saga habitual a da compra dos livros escolares. Para mim e para todos os pais que tem filhos em idade escolar. E com dois, ela a ir para o 11º ano e ele a ir para o 9º ano, a carteira, naturalmente, ressente-se.

Se fosse como nos anos anteriores, ou seja, se tivesse recorrido à Wook em Julho, teria gasto a módica quantia de € 526,67 em livros. Para ela, que vai para o 11º ano de Ciências e Tecnologias, € 273,86 só para os livros. Para ele, que vai para o 9º ano, € 254,81.

Este ano a minha opção foi recorrer à Book in Loop. em primeiro lugar. Fiz a reserva dos livros e daria, a liquidar, a quantia de € 139,61. Uma diferença de "apenas" € 387,06 em relação ao valor na wook. Paguei, para a reserva, € 30,00. E esperei...

Ontem recebi um email a dar conta de que, dos 14 livros reservados para o 11º ano e 9º ano, estavam disponíveis 6. Os restantes 8 teria de adquirir doutra forma. 

Acabei por optar por comprar na FNAC os que estavam em falta. Porque além do desconto de 5% imediatos ainda davam mais 5% em cartão fnac aos aderentes. Gastei, na FNAC, € 226,72. Quanto à Book in Loop, optei por receber os 6 livros em casa (mais caro que o levantamento em loja) e ainda pelo capeamento individual dos livros (o que encareceu cada um dos livros em € 1,25). Factura final: € 66,58. Descontando a reserva já paga, liquidei mais € 36,58.

Resumindo, este ano, entre a FNAC e a Book in Loop, por 14 livros escolares, gastei um total de € 293,30. Se tivesse comprado em Julho na Wook (ou em qualquer outra livraria on line) teria gasto € 526,67. Poupei € 233,37.

Confesso que gostei desta poupança. Para o ano espero poupar ainda mais porque vou estar atenta logo que as aulas acabem porque posso também vender os manuais que já não fazem falta aos gaiatos (este ano deixei passar o prazo).

E vocês, como fizeram com os livros escolares? 

 

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A odisseia

por Magda L Pais, em 20.01.16

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Dizem as más-línguas que Homero escreveu este poema épico na Grécia antiga e que terá sido, algures no final do século VIII a.c. que foi fixada a sua forma por escrito.

Uns séculos mais tarde, ou mais exactamente no século XXI d.c. – coisa pouca portanto – e no ano da graça de 2014, a minha filha estava no sétimo ano e a professora pediu este livro para análise na disciplina de Português. Por acaso tinha A Odisseia lá em casa, numa colecção de clássicos que comprei há uns anos valentes e dei-lhe o livro.

Pois que não, não podia ser aquela versão, tinha de ser a versão XPTO do ano não sei das quantas. Bom, acedi na altura porque, efectivamente, o livro que eu tinha era a versão integral, sem análises ou adaptações e a versão que a professora queria estava preparada para a leitura por jovens. E lá compramos o livro.

Aproximadamente dois anos mais tarde, é a vez do meu filho estar no sétimo ano e foi feito o mesmo pedido – a Odisseia de Homero para análise na disciplina de português. Entreguei-lhe, sem hesitar, o livro comprado há dois anos.

Ontem ele teve a disciplina de português.

Já vos disse que a versão que ele levou dum poema escrito há mais de 30 séculos tem apenas dois anos?

E à noite diz-me o meu gaiato – mãe, este livro que levei não serve. Tem de ser a versão que saiu este ano! Se não for a deste ano levo falta de material.

Como diz que disse? O poema foi escrito na Grécia Antiga, há mais de 30 séculos e a versão com dois anos não serve?... Pois, não serve!

Isto sim é uma Odisseia…Qual Ulisses, qual Penelope, qual Zeus… Odisseia a sério é conseguir ter filhos a estudar e aproveitar livros duns anos para os outros. Mesmo que o seu conteúdo tenha séculos de existência!

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