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Quando eu era pequenina...

por Magda L Pais, em 04.05.19

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Quando era pequenina adorava pintar e escrevinhar nos livros (que fossem próprios para isso, é claro que isto de escrever em livros que não são para isso dá-me arrepios na espinha).

Recebi, por isso, com satisfação, este kit que me permitiu voltar à infância, ainda para mais porque a qualidade do material é excelente, permite que qualquer criança pinte e repinte sem se estragar e, honestamente, é apto para todas as idades  - até para mim que já tenho quase 50 anos!

Ora vejam como eles ficaram depois de serem usados

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Não fiquem com inveja. Há mais aqui à venda. Destes e não só. Vá, façam uma criança feliz. Ou façam-se a vossa felicidade com um livro destes para pintar para afastar o stress.

Podem encontrar os da marca primo aqui e os da marca Panini aqui. e podem conhecer a JB Global aqui

(estes livros foram-me oferecidos pela JB Comércio Global)

Entretanto...

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O Destino do Assassino

por Magda L Pais, em 24.04.19

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O Destino do Assassino de Robin Hobb

Assassino e o Bobo #5

ISBN: 9789897731556

Editado em 2019 pela Saída de Emergência

Sinopse

FitzCavalaria deixou para trás a pele de assassino, mas nem assim encontrou paz. Depois do rapto de Abelha, e acreditando que ela está morta, Fitz e o Bobo partem em busca de vingança. Nenhum Servo estará a salvo. A missão revela-se surpreendente, com o reencontro com velhos amigos e a descoberta de novos aliados Fitz ainda é um homem temido, e o Bobo continua a ter segredos por desvendar.

O destino dos dois amigos ficará para sempre selado à medida que as respostas aos mistérios antigos são reveladas, num final épico, intenso e empolgante.

A minha opinião

15 livros... foram 15 livros que me levaram a viajar com Fitz, o Bobo, Breu e Olhos de Noite. Com Respeitador e Ketticken. E, mesmo não aparecendo em todos os livros, com Moli, Castro, Obtuso, Abelha e Urtiga. Uma família de personagens que nasceram da pena de Robin Hobb e que nos fizeram (a mim e à minha filha) tanta companhia que é quase impossível não os sentir como família, como amigos que, agora que chega a fim esta colecção, vão ficar apenas na nossa memória.

15 livros... e ao fim de 15 livros, Robin Hobb continua a surpreender, conseguindo que o último, o livro que fecha a série, O Destino do Assassino, seja o mais surpreendente, intenso, envolvente, emotivo e perfeito. Completamente perfeito.

O Destino do Assassino deixa-nos supercalifragilisticexpialidociou. Não há outra palavra que consiga descrever o que senti enquanto tentava - juro que tentei - não ficar comovida enquanto o final chegava e eu percebia que ia ter de dizer adeus a estas fantásticas personagens. E que maneira de dizer adeus.

O Destino do Assassino (ou, na realidade, todos os 15 livros) valeu por cada linha, cada palavra, cada capítulo.

Ketticken sorriu.

Depois de terminar o livro, fui dormir com esta singela frase com que o livro termina. Tão simples, tão curta e, no entanto... quase que poderia dizer "Magda sorriu" porque foi exactamente isso que aconteceu. Apesar da intensidade e da emoção do final, sorri.

Vocês sabem, eu sei que sabem, que Anne Bishop é a minha favorita. Que Os Outros ou As Jóias Negras são das minhas sagas favoritas desta autora. E sabem, sei que sabem, que os meus livros favoritos de sempre são As Brumas de Avalon. O que não sabem, mas ficam a saber hoje, é que esta Saga do Assassino com os seus 15 livros – e acima de tudo com O Destino do Assassino – está ali no podium.

Por fim, e como despedida, gostava de dedicar um momento para agradecer ao Fitz, ao Bobo, a Breu e a Olhos de Noite pela companhia que me fizeram. E a Robin Hodd por ser a fantástica escritora que é. Mas deixo também uma recomendação. Amigos da HBO, fizeram de facto um trabalho extraordinário com A Guerra dos Tronos. Não querem fazer o mesmo com esta saga? acreditem que vai valer a pena.

(e, por favor, quem ainda não leu estes livros... façam um favor a vocês mesmos e leiam. Vão ver que não se arrependem)

(leia aqui as primeiras páginas)

Classificação: 

(este livro foi-me oferecido pela Saída de Emergência em troca duma opinião honesta e sincera)

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Sangue e Fogo - A História dos Reis Targaryen

por Magda L Pais, em 14.12.18

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Sangue e Fogo - A História dos Reis Targaryen de George R. R. Martin 

Volume 1, Parte 1

ISBN: 9789897731365

Ilustração: Doug Wheatley 

Tradução: Jorge Candeias

Editado em 2018 pela Saída de Emergência

Sinopse

A emocionante história dos Targaryen ganha vida neste trabalho magistral do autor de As Crónicas de Gelo e Fogo.

A Casa Targaryen governa Westeros. O Velho Rei e a Boa Rainha morreram. Os herdeiros do Dragão perfilam-se para a sucessão numa época aparentemente tranquila. Mas as sementes da guerra ameaçam estes tempos de paz e a ambição levará a uma batalha feroz pela posse do tão ambicionado Trono de Ferro.

Porque foi a Dança dos Dragões tão devastadora para os Sete Reinos? Quem é o legítimo herdeiro do Dragão? E que papel desempenhou a Casa Stark nesta luta de poder?  Estas são algumas das questões a este livro dá resposta pela mão de um reconhecido meistre da Cidadela e das quarenta e seis ilustrações a preto e branco.

Sangue & Fogo apresenta pela primeira vez o relato completo da dinastia Targaryen, permitindo uma compreensão perfeita da fascinante, dinâmica e por vezes sangrenta história de Westeros.”

A minha opinião

Quando li a série "Guerra dos Tronos" (muito antes de se ter transformado na série televisiva de sucesso que todos conhecem), passei por várias fases: o primeiro livro demorou a pegar, enrolei algumas páginas, achei demasiado confuso e demasiado sem jeito. Mas, ao mesmo tempo, despertou-me curiosidade pela novidade de ser um livro onde nenhuma personagem (boa ou má) está livre da morte. E então optei por continuar a ler e o que é certo é que devorei os livros seguintes até chegar ao último editado que voltou a ter o mesmo problema do primeiro e que demorei séculos a acabar. 

Claro que, apesar disso, estaria na disposição de ler a continuação se  George R. R. Martin tivesse a amabilidade de a escrever...Entretanto veio a série televisiva que está bem mais avançada que os livros e pronto, problema resolvido.

Fiquei, por isso, surpresa, quando Sangue e Fogo foi editado. Quer dizer... avançar na história está difícil mas contar o passado não. Coisas de escritores, que se há-de fazer. Escreve quem pode, lê quem gosta.

E eu, que faço parte do segundo grupo, li. E adorei! Sangue e Fogo - A História dos Reis Targaryen faz-nos sentir de regresso à escola, quando tínhamos as aulas de história e os professores nos contavam o passado dos nossos reis e rainhas, do que aconteceu, quem casou com quem, que filhos nasceram. Há falhas na história como em qualquer história - afinal não estávamos lá, não sabemos se foi exactamente assim que se passou ou de outra forma - há lacunas. 

Sangue e Fogo - A História dos Reis Targaryen está escrito como qualquer manual de história. E isso torna-o tão mas tão delicioso que nos dá vontade de continuar a ler, de saber mais daquele passado para percebermos o presente. Dum livro de fantasia! 

Acho que não estou a conseguir transmitir bem esta questão. Sangue e Fogo - A História dos Reis Targaryen dá-nos a ideia que os Sete Reinos são reais, que tem um passado e um presente além da geografia. Torna real um livro de fantasia.

Sem dúvida é um livro que todos os fãs da Guerra dos Tronos (livros e/ou série) devem ler para melhor conhecerem o presente. 

Leia aqui as primeiras páginas

Classificação 

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Um Bom Partido

por Magda L Pais, em 29.11.18

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Um Bom Partido de Curtis Sittenfeld

ISBN: 9789897103230

Editado em 2018 pelas Edições Chá das Cinco

Sinopse

A versão moderna de Orgulho e Preconceito, o clássico de Jane Austen

A família Bennet está em dificuldades. Para além dos problemas económicos, a frágil saúde do Sr. Bennet obriga as filhas mais velhas, Jane e Liz, a regressarem a casa. Esta é a oportunidade perfeita para a Sra. Bennet pôr em prática os seus planos de casamenteira. Isto porque o solteiro mais cobiçado dos últimos tempos voltou para Cincinnati.

Chip Bingley é o sonho de qualquer sogra: atraente, com uma carreira de sucesso e a estrela do reality show Bons Partidos e o candidato perfeito a marido de uma das filhas da Sra. Bennet.

Quando Liz e Chip se conhecem no churrasco do 4 de Julho, a atração é imediata. Mas a relação é perturbada por Fitzwilliam Darcy, amigo de Chip, que desde o primeiro momento mostra a sua relutância para com Liz. No entanto, as primeiras impressões podem ser enganadoras…

A minha opinião

Antes de ler Um Bom Partido decidi ler Orgulho e Preconceito já que tudo indicava que o primeiro seria a versão actual do segundo. Ora para poder confirmar ou desmentir esta ideia teria, primeiro, que ler a versão original. Que, como podem ir ler, não me seduziu por ai além. Fiquei, por isso, com algum receio de iniciar a leitura deste livro.

Não me podia ter enganado mais.

Não sou a maior fã de romances. Sou - muito provavelmente - a pessoa menos romântica à face da terra, quiça do próprio universo. Mas Um Bom Partido, ainda que seja um romance, conquistou-me porque me fez rir fazendo-me lembrar os livros de Jill Mansell aos quais recorro sempre que quero passar um bom bocado, com um livro leve, que se lê num instante e que não nos obriga a pensar.

A adaptação está tão mas tão perfeita que acaba por superar o que poderíamos imaginar duma actualização  dum romance com cerca de dois séculos de existência. Um Bom Partido tem reality shows, tem emails e internet, tem encontros e desencontros e tem, acima de tudo, uma dose de humor perfeita que nos faz passar vergonhas nos transportes públicos (principalmente se forem como eu e se forem a rir para os livros) e que nos deixa - quando não estamos a ler - a contar os minutos para voltarmos a pegar nele e ler mais um pouco.

De uma forma a roçar a perfeição, Um Bom Partido explora as intrincadas relações familiares e de amizade, segredos, relações profissionais, o desemprego, a busca pelos 15 minutos de fama num programa de televisão. Tudo, mas mesmo tudo, condensado em 368 páginas que se lêem muito bem.

Para os fãs de Orgulho e Preconceito, nada temam. Podem ler este livro. Vão reencontrar todas as personagens - até Mr Collins e Charlotte - e não se vão sentir defraudados. 

Quanto a mim, vou esperar que editem também cá a versão actualizada de Jane Eyre...

(leia aqui as primeiras páginas)

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A Jaula do Rei

por Magda L Pais, em 02.10.18

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A Jaula do Rei de Victoria Aveyard

Rainha Vermelha #3

ISBN: 9789897731280

Editado em 2018 pela Saída de Emergência

Sinopse

Quando a faísca da rapariga-relâmpago se apaga, quem ilumina o caminho para a rebelião?

Mare Barrow foi capturada e está impotente sem o seu poder, vivendo atormentada pelos erros do passado. Ela está à mercê do rapaz por quem um dia se apaixonou, um jovem dissimulado que a enganou e traiu. Agora rei, Maven continua com os planos da sua mãe, fazendo de tudo para manter o controlo de Norta — e de sua prisioneira.

Enquanto Mare tenta aguentar o peso sufocante da Pedra Silenciosa, a Guarda Escarlate organiza-se, deixando de agir nas sombras e preparando-se para a guerra. Entre os guerreiros está Cal, o príncipe exilado, que no meio das dúvidas tem apenas uma certeza: ele não vai descansar enquanto não trouxer Mare de volta.

Sangue vermelho e prateado correrá pelas ruas. A guerra está a chegar…

A minha opinião

Sabem o quanto fiquei irritada com este livro? o quanto me apeteceu pegar nele e atirá-lo pela janela quando cheguei às últimas páginas? Não? pois, foi exactamente isso que me aconteceu ontem quando o terminei. 

Mas calma, a minha irritação teve exclusivamente a ver com o facto de que estava convencida que A Jaula do Rei era o último volume da série Rainha Vermelha e descobri que afinal não é. Ainda por cima o livro termina num impasse que me deixa quase que a roer as unhas enquanto não sai cá em Portugal o próximo. Ou se calhar eu até já sabia disso (o Goodreads dá sempre uma ajuda nestes casos) mas estava tão, mas tão envolvida n'A Jaula do Rei que só me voltei a lembrar naquelas malfadadas últimas páginas quando percebi que tudo ia ficar em suspenso. 

Gosto quando um livro me irrita desta forma e por esta razão (eu sou estranha, que se há-de fazer) porque significa que vou poder continuar a viver no mundo para onde o livro me transporta. Porque significa que o livro me envolveu de tal modo que quero lá voltar e também porque não me sinto ainda preparada para me despedir das personagens. Só não gosto quando o livro termina num impasse tal que temos de ler duas ou três vezes as últimas páginas para termos a certeza que não perdemos pitada (ou vá, na realidade gosto mas não digam a ninguém).

N'A Jaula do Rei Victoria Aveyard mostra toda a sua garra, as suas qualidades de contadora de histórias e de como sabe exactamente como prender um leitor. Os cenários de guerra são descritos de tal modo que quase temos de olhar por cima do ombro para perceber se estamos - ou não - a salvo.

 Para quem gosta de fantasia, Rainha Vermelha, é, sem dúvida, uma série a ler.  

Classificação: 

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