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IT – A Coisa

por Magda L Pais, em 25.02.19

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IT – A Coisa de Stephen King

Livro #1

Tradução de Cristina Lourenço e Maria João Lourenço

ISBN: 9789722535670

Editado em 2018 pela Bertrand Editora

Sinopse

O clássico de King sobre sete adultos que regressam ao lugar onde cresceram para enfrentar um pesadelo que todos eles lá viveram… algo maléfico e sem nome: a Coisa.

Bem-vindos a Derry, no Maine. Uma cidade vulgar: familiar, ordeira e, na maior parte das vezes, um bom sítio para viver.

Mas há um grupo de crianças que sabe que há algo de tremendamente errado com Derry. É nos esgotos da cidade que a Coisa se esconde, à espreita, à espera… e às vezes sobe ao solo, tomando a forma de todos os pesadelos, do maior medo que se encerra dentro de cada um de nós.

O tempo passa, as crianças crescem e esquecem. Mas a promessa que fizeram há vinte e oito anos exige-lhes que voltem à cidade da infância para enfrentarem o mal que se agita bem no fundo da memória de todos e emerge agora, uma vez mais, trazendo novamente o pesadelo e o terror ao presente.

A minha opinião

Tenho uma relação bipolar com Stephen King. O Pistoleiro é talvez um dos piores livros que já li (e só o li tudo porque vários blogs/sites/criticas) diziam que o inicio era chato mas que depois melhorava (não melhorou!) e 22-11-63 é, não só um excelente livro mas também uma excelente série televisiva. Misery e The Shining são livros que nos fazem olhar ao nosso redor ainda assim não se vá apanhar um susto. E It - A Coisa é tão mas tão seca que só me apetecia atirar o livro ao rio (mas dado que o estava a ler no meu Kobo achei melhor não arriscar).

Enquanto livro de terror,  It - A Coisa nem as crianças assusta. Nem por um momento tive a mínima sensação de terror. Nem por um momento tive de olhar por cima do ombro ou deixar de ler porque era excessivo. It - A Coisa é morno, chato, deu-me sono

(demorei quase 20 dias a ler este livro. E se é verdade que, nesta altura do ano, por razões profissionais, leio menos e demoro mais tempo com cada livro, também é verdade que, algumas vezes, preferi jogar no telemóvel a qualquer coisa ou mesmo dormir no comboio em vez de ler. E isso, meus caros, é sinal que o livro não me prende)

e, acima de tudo, deu-me vontade de parar a leitura. Só não o fiz na esperança que melhorasse. E, de facto, este primeiro volume melhora no final, deixando-me com vontade de comprar o segundo volume. Não que espere que venha a ser um livro ao nível de Misery ou The Shining mas na esperança que, pelo menos, valha 3 estrelas...

Classificação:  

Leia aqui as primeiras páginas e veja o booktrailer do filme

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22 11 63

por Magda L Pais, em 03.08.17

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22/11/63 de Stephen King

Editado pela Bertrand Editora em Novembro de 2014

ISBN: 9789722529068

Sinopse

Dallas, 22/11/63: três tiros são disparados. O presidente John F. Kennedy está morto.

Quando o seu amigo lhe propõe que atravesse um túnel do tempo para regressar ao passado com uma missão especial, Jake fica completamente arrebatado. A ideia é impedir que Oswald mate o presidente Kennedy. Jake regressa a uma América apaixonante e começa uma nova vida no tempo de Elvis, dos grandes automóveis americanos e de gente a fumar. O curso da História está prestes a mudar…

A minha opinião

Aqui há dois anos, mais ou menos, vi este livro à venda e gostei da sinopse. Confesso que, na altura, o namorei várias vezes mas como tinha vários em espera e o preço não era exactamente atractivo, acabei por não o comprar. Mais tarde (o ano passado) a Fox deu a série que se baseia neste livro - 22/11/63 - e foi depois de ver a série que decidi que tinha mesmo mesmo de ler o livro.

Estas férias foi a oportunidade perfeita para o ler.

22/11/63 é, para mim, o melhor dos livros de Stephen King. A história está bem estruturada, houve bastante pesquisa de modo a que fosse o mais credível possível, e deixa-nos com a pergunta: o que farias se pudesses ir a um determinado momento do passado? (coisa, aliás, que já As Primeiras Quinze Vidas de Harry August, me tinha deixado a pensar).

Como seria o mundo se Kennedy não tivesse sido morto por Lee Oswald? Quem era Lee Oswald? Stephen King mostra, em 22.11.63, que é, acima de tudo, um contador de histórias, alguém sem medo de ferir susceptibilidades e que sabe como nos prender. Mesmo que a história principal (impedir o assassinato de Kennedy) só aconteça na parte final do livro (mais ou menos a um quarto do fim), até lá chegarmos vamos acompanhando a vida de Jake - vindo do século XXI - na década de 60 do século XX. Vamos conhecendo quem era Lee Oswald (King teve o cuidado de investigar a fundo a vida de Lee Oswald para se tentar aproximar o mais possível da realidade).

Um livro genial, longo - cerca de 900 páginas - mas interessante, até para percebermos como era o mundo na década de 60 do século passado. Há meros 60 anos, sem internet, sem telemóveis, sem redes sociais mas em que tudo acontecia à mesma, tal e qual como hoje.

Creiam-me... este é o livro que querem ler. Mesmo que pensem que é uma seca, que é enorme, que não gostam de excessos em ficção (sim, viajar no tempo é ficção em excesso) ou que não gostam do autor. Este é o livro que vos vai provar que estão enganados.

(leia aqui as primeiras páginas)

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A Luz

por Magda L Pais, em 02.10.16

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A Luz (The Shining) de Stephen King

Editado em 2009 pela Sábado

Sinopse

Jack Torrance vê-se forçado a aceitar um trabalho como zelador de Inverno do Overlook, um enorme hotel nas montanhas do Colorado, um lugar que queda absolutamente isolado pela neve entre Novembro e Março. Embora a vida nessas condições de isolamento não pareça fácil, para Jack é uma oportunidade perfeita para reconquistar a sua mulher Wendy e o seu filho Danny, e para retomar o seu trabalho de escritor. Mas a família não está exactamente sozinha no Overlook. Os terríveis acontecimentos que sucederam no hotel no passado vão-se assenhorando lentamente do presente dos seus novos ocupantes até os levar a uma situação aterradora, da qual talvez nenhum deles possa escapar...

A minha opinião

Desta feita e no âmbito do Livro Secreto coube-me este livro que acabou por funcionar como a minha reconciliação com Stephen King com quem me desiludi depois da leitura d'O Pistoleiro.

Tenho de confessar que nunca vi o filme The Shining e, portanto, estava completamente às escuras em relação ao livro e à história. Claro que já vi imagens soltas (quem não viu?) mas, de resto, a luz estava completamente apagada. Ao contrário da luz de Danny que estava bem acesa.

(num aparte, no outro dia, nas urgências do hospital, estava lá um doente que parecia mesmo o Jack Nicholson neste filme. Disfarçadamente afastei-me antes que esse doente fosse buscar um machado...)

Voltando ao livro, terei de vos aconselhar a não ler este livro numa noite de temporal, e muito menos se estiverem sozinhos em casa. Aconteceu-me, muitas vezes, olhar em volta e tentar perceber se estava tudo bem. Ou se não estava por ai uma entidade qualquer que me quisesse levar sabe-se lá para onde. É assim este livro, chegamos a um momento em que duvidamos se estamos seguros.

Essa terá sido uma das razões pela qual demorei mais que o previsto a ler este livro. Em alguns momentos tive de interromper a leitura porque comecei a ouvir barulhos estranhos. Ou pelo menos foi isso que me pareceu. Na dúvida... pousei o livro, olhei em volta, vi um pouco de televisão e depois voltei a ler. Claro que era só o meu cérebro a pregar-me partidas mas a verdade é que essas partidas foram influenciadas pelo livro. E isso é tão, mas tão bom!

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Vamos alimentar uma biblioteca?

E não se esqueçam de participar nos dois passatempos em curso - passatempo Órfão X e Passatempo solidário Pilar

 

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O Pistoleiro

por Magda L Pais, em 31.08.16

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O Pistoleiro de Stephen King

A Torre Negra - Livro 1

Editado pela Bertrand Editora em 2013

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Misery

por Magda L Pais, em 11.08.16

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Misery de Stephen King

Editado pela Bertrand Editora em 2007

ISBN: 9789722515832

Lido em 2015
 
Sinopse
Paul Sheldon, um escritor famoso de romances cor-de-rosa, acaba de "matar" Misery, a personagem que o celebrizou. Depois de o fazer tem um acidente. Quando acorda, descobre que foi salvo por uma ex-enfermeira, Anne Wilkes, que o leva para sua casa e trata dele. Anne, fanática da heroína de Paul, está furiosa com a morte ficcional de Misery. Sob tortura, obriga Sheldon a escrever um novo livro, um regresso de Misery. Paradoxalmente, este virá a ser o seu melhor livro.
 
A minha opinião
Confesso que foi o primeiro livro que li de Stephen King e nem sequer sabia que tinham feito um filme. Certo, eu sou distraída, não vale a pena baterem-me por causa disso.

Paul Sheldon é um escritor consagrado cujos romances tem, como personagem principal, Misery que ele decide matar no último livro que edita. E mata-a porque a odeia, porque sente que esses romances não são tão bons quanto poderiam ser e que Misery é uma personagem fraca. Só que Annie Wilkes, fã incondicional da série Misery (tanto que tem uma porca com esse nome) não o aceita.

Paul, quando acaba de escrever o seu novo livro (sem Misery), resolve festejar e acaba por ter um acidente de carro. Quando acorda do coma, toma consciência que está em casa de Annie, uma enfermeira reformada que o mantêm preso e que vai tratando dele, ao mesmo tempo que lhe exige que escreva um novo livro com Misery, sendo necessário que Misery seja ressuscitada de forma credível, porque Annie, apesar de louca, não aceita qualquer solução.

Paul é então obrigado a escrever para sobreviver à loucura de Annie, sempre sem saber o que o espera no dia seguinte ou mesmo no minuto a seguir, uma vez que, qualquer contrariedade pode alterar o estado de espirito de Annie. E é às ordens de Annie que Paul escreve aquele que será o melhor (no entender dele) livro da série Misery. Resta saber se Paul sobreviverá para o poder editar e em que condições estará nessa altura.

Sendo que este livro deu aso a um filme de terror, eu vou confessar que nem o achei tão de terror assim, excepto numa parte que envolve um machado e uma perna (e como hoje é dia de confessionário, pelos vistos, confesso ainda que esta parte tive de saltar ou ia direitinha ter com a minha amiga sanita para vomitar). Suspense sim, muito, até porque Sheldon passa, literalmente, as passinhas do Algarve, com Annie.

Não direi que é o melhor livro de sempre, mas direi que é um excelente livro de estreia para quem, como eu, não conhecia Stephen King. Não foram poucas as vezes em que, ao almoço, me distrai com o livro e cheguei mais tarde ao trabalho. E ontem, quando estava na recta final, optei por sair mais tarde para ir para a praia para não ter de interromper a leitura.

Se não o leram ainda, não percam mais tempo. Não sabem o que estarão a perder se não o lerem.

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